sexta-feira, 29 de abril de 2011

29 de abril - Dia Nacional do Combate ao Câncer de Mama

Dia 29 de abril é o dia Nacional de Combate ao Câncer de Mama que é o provavelmente o tipo de câncer mais temido pelas mulheres, devido aos seus tratamentos que envolvem questões de valores sexuais e estéticos. Existem vários tipos de profilaxia contra a doença, porém os mais comuns são: a radioterapia, a quimioterapia e mastectomia que é a remoção total das mamas.

O câncer de Mama não tem sintomas, o certo é fazer a prevenção para evitar a progressão da doença.Para maiores chances de cura o ideal é o diagnóstico precoce, através do auto-exame das mamas pelo menos uma vez ao mês e mulheres acima de 40 anos devem fazer a mamografia todos os anos. Pensando nisso o governo federal criou uma lei que determina a realização gratuita de exame mamográfico para todas as mulheres a partir dos 40 anos na rede do SUS. A Lei Federal 11.664/2008 preza a saúde e a conscientização das mulheres para essa doença que causa mais vítimas todos os anos. Apenas no Brasil, são registrados 48 mil casos e 10 mil mortes por ano.

A missão do blog do Help Saúde, além de entreter, é informar seus clientes tanto aos prestadores de saúde quanto aos pacientes sobre doenças e seus tratamentos. Cuide-se.

Fonte: Editoria Help Saúde


Temas relacionados no Help Saúde: Oncologista, Ginecologista


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Nova funcionalidade no Help Saúde: Contador de visitas mostra quantas vezes o perfil do prestador de saúde foi visitado.

O Help Saúde, para melhor atender os seus usuários, implementou o contador de visitas em cada perfil de prestador.

Para os pacientes que visitam o site é muito útil, pois permite ver quantas vezes o perfil do prestador de saúde pesquisado foi visualizado, dessa maneira poderá saber quais profissionais são populares. Do ponto de vista dos prestadores de saúde, saber quantas pessoas o encontraram através do Help Saúde.


E ainda: É possível, inclusive, ordenar os resultados de busca de acordo com a popularidade.



Esta é missão do Help Saúde: estamos sempre empenhados em proporcionar as melhores soluções online aos nossos usuários.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

26 de abril - Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

A hipertensão arterial ou pressão alta, é uma doença que ataca os vasos sangüíneos, coração, cérebro, olhos e pode causar paralisação dos rins. Ocorre quando a medida da pressão se mantém freqüentemente acima de 140 por 90 mmHg.

Essa doença é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, entre eles:

  • fumo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, grande consumo de sal, níveis altos de colesterol, falta de atividade física;
  • além desses fatores de risco, sabe-se que sua incidência é maior na raça negra, aumenta com a idade, é maior entre homens com até 50 anos, é maior entre mulheres acima de 50 anos, é maior em diabéticos;

Sintomas
Os sintomas da hipertensão costumam aparecer somente quando a pressão sobe muito: podem ocorrer dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

Prevenção e controle
A pressão alta não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada. Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente, mas além dos medicamentos disponíveis atualmente, é imprescindível adotar um estilo de vida saudável:

- manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;
- não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;
- praticar atividade física regular;
- aproveitar momentos de lazer;
- abandonar o fumo;
- moderar o consumo de álcool;
- evitar alimentos gordurosos;
- controlar o diabetes.


Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde.


Temas relacionados no Help Saúde: Cardiologista, Clínica Geral


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Alimentação pós-Páscoa

Com a fartura de iguarias na Páscoa, é difícil manter o controle. Porém, o que realmente importa é começar a semana com uma alimentação equilibrada e consciente.

Isso não significa deixar de lado todos os alimentos. O jejum pode até ser interessante, mas para isso não é legal manter a rotina do dia-a-dia. Diminuir a ingestão calórica e abusar de frutas e verduras ainda é a melhor pedida.

É claro que quando diminuímos a quantidade de alimentos ingeridos, podemos sentir fome, ou melhor, uma sensação de fome ou vontade de ficar comendo. É exatamente nesta hora que temos de colocar um basta e focar a atenção em outra atividade --que não seja mastigar.

Nesses dias é importante lembrar de incluir muita água no cardápio. Chás de ervas sem açúcar são uma boa alternativa. Preste atenção aos sabores e não fique preso apenas ao sabor doce.

Quando sentir muita fome, faça um lanche. Uma idéia é usar uma fatia de pão integral, uma fatia média de queijo, uma azeitona, alface, tomate e orégano, acompanhado de chá ou suco de limão sem açúcar ou com pouco. Experimente! Não é tão ruim assim.

Outra boa opção de lanche é um iogurte desnatado, uma maçã pequena ou um kiwi e uma castanha do Pará. Nas demais refeições consuma muita salada, temperada com limão, ervas e um fio de azeite.

Carnes magras e peixes devem estar presentes nas principais refeições. Arroz, massas, batatas e feijões podem ser incluídos no cardápio, mas com moderação.

Para finalizar, é preciso rever o conceito de moderação. Quando falo nisso, refiro-me a provar o alimento em quantidade suficiente para tirar a vontade. Caso tenha dificuldade em saber o que é moderação, comece reduzindo aos poucos as quantidades que consome. Por exemplo, se está habituado a comer seis colheres de arroz, passe a consumir quatro. Faça isso em relação a todos os alimentos. Tenho certeza de que sentirá uma grande diferença.


Fonte: Folha Online


Temas relacionados: Nutricionista, Endocrinologista

Artigos sobre chocolate: Uma notícia boa para os chocólatras.


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terça-feira, 19 de abril de 2011

Você - Missão, visão, valores, metas e ações

Nos guias para empreendedores, os estudantes são orientados a definir a missão, a visão, os valores, as metas e as ações, do seu futuro empreendimento. Para eles, definir a missão e declarar a visão são fatores cruciais para o sucesso de qualquer organização, seja ela uma microempresa ou uma multinacional.

Vamos entender o que é isso:
Missão: é a razão de ser do empreendimento, o papel que a empresa terá perante a sociedade.
Visão: é composta pelos sonhos da empresa, a descrição do futuro desejado, ou seja, aonde a empresa quer chegar.
Valores: são os princípios, ou crenças, que servem de guia, ou critério, para os comportamentos, atitudes e decisões de todos que participam da empresa.
Metas: representam o que a empresa quer, o que pretende alcançar, o quanto, e quando ocorrerá.
Ações: o que deverá ser executado para garantir que as metas estabelecidas sejam cumpridas.

E se você pensar em você como um empreendimento? Você saberia responder qual sua missão? A missão de uma empresa/pessoa deve responder o que você se propõe a fazer, e para quem.

Quem é você?
O que você faz?

E a sua visão, como é? Segundo Carlos Alberto de Faria “O enunciado da visão deve conter tanto a aspiração, como a inspiração. A aspiração de tornar-se "algo", e a inspiração porque esse "algo" deve merecer e valer a pena ser concretizado, deve-se sentir orgulho em participar da construção dessa visão. Ou seja, deve ter luz suficiente (inspiração) para apontar o caminho que leva à concretização da aspiração.

A visão precisa ser prática, realista e visível (nós não alcançamos aquilo que nós não vemos), pois não passará de uma mera alucinação, se ela sugerir ou propuser resultados inatingíveis.”

Então responda:
O que você quer se tornar?
Como você quer ser reconhecido?
Em que direção você deve apontar seus esforços para se tornar quem você quer ser?
Você está ajudando a construir o quê?
Para onde os seus recursos estão te levando?
E os valores? Valores definem a regra do jogo, em termos de comportamentos, atitudes e decisões que guiam você no exercício das suas responsabilidades, e na busca dos seus objetivos, enquanto executa a missão, na direção da visão. Representam os princípios éticos que norteiam todas as suas ações.

Como é o seu relacionamento com as pessoas que convivem com você?
Como você se porta quando está sozinho?
Como você trata as pessoas que ainda não conhece?
Como você se relaciona com a comunidade?
Quais compromissos você assume perante a sociedade?
Como você se responsabiliza pelo bem comum?
Que valores, crenças ou princípios são importantes para você fazer o que faz, para quem faz, e para quem você quer se tornar?

E suas metas, quais são as suas metas? Você sabe aonde quer chegar? As metas representam o que você quer. Ao traçar suas metas pense no que é realmente importante para você e se a sua meta está no tamanho proporcional à sua realidade. Busque sempre metas que sejam alcançáveis, que dependam apenas de você. Uma meta deve definir o que se pretende alcançar, o quanto e quando ocorrerá. Avalie sua situação atual na vida e pergunte-se:

Onde eu quero chegar?
O que eu quero alcançar na vida?
O que quero conseguir?
Quais são minhas metas no amor?
Quais são minhas metas financeiras?
Quais são minhas metas profissionais?
Quais são minhas metas para a minha saúde?
Por que tudo isso é importante para mim?
Minhas metas são por mim ou pelos outros?
Até que data eu desejo cumprir essas metas?

E suas ações? Quais ações precisam ser executadas para garantir que as suas metas estabelecidas sejam cumpridas?
O que você faz vai levá-lo a se tornar a pessoa que você quer ser?
Agora que você tem claro aonde você quer chegar, mãos a obra!
O futuro depende de você.
Como você quiser, assim será.



Fonte: Érima Castelo Branco de Andrade. Terapeuta ocupacional cadastrada no Help Saúde.


Temas relacionados: Psicologia, Psicoterapia


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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Navegando pela psique humana

Nada mais pertinente do que iniciar este artigo falando sobre os aspectos do nosso psiquismo. Então, lhe convido: a compartilhar desta bela e emocionante viagem...

“Navegar pelas profundezas da psique humana, talvez seja uma das mais árduas tarefas que a ciência já designou para o homem, todavia encontra-se no rol das mais gratificantes viagens que o indivíduo já pode realizar” (Maviael Filipe Lopes).

Recentemente fui convidado a elaborar uma frase que representasse o fechamento de um ciclo, no qual envolvia os estudos sobre o homem, sobretudo os que abarcavam as abordagens da psique humana. Certamente várias idéias vaguearam na minha mente, e difícil foi encontrar qual seria a representação mais autêntica que poderia eleger.

Primariamente, julguei pertinente nomear simbolicamente estes estudos como um processo de navegação. Sou adepto dogmático do uso do simbolismo nas relações humanas, seja atuando profissionalmente como psicólogo, no dia a dia como cidadão ou até mesmo como escritor. O mundo simbólico permeia nossas relações desde o ventre materno, pois até mesmo antes do nascimento, nossos pais já, antecipadamente, elaboram simbolicamente nossas características, por mais que estas fiquem, em grande parte, a nível de idealização (aquilo que é pretendido, que é idealizado e que pode frequentemente diferir do real). “Meu filho será torcedor do time x, será um grande advogado, médico, engenheiro, etc.” ou “Minha filha será promissora financeiramente, adotará determinada fé religiosa...” Nestas ocasiões fico me perguntando: onde mora a liberdade de escolha destes pequenos indivíduos, que mal sabem em que mundo está adentrando e já é presenteado com diversas expectativas sociais? Promover a autonomia destas pessoas, sem dúvida, seria o caminho mais construtivo no processo educacional. Segundo CAMPOS 2006 “Não tomamos autonomia como o contrário de dependência, ou como liberdade absoluta. Ao contrário, entendemos autonomia como a capacidade do sujeito de lidar com sua rede de dependências”. Certamente, caberá aos pais e cuidadores, doutriná-lo em princípios morais, valores e até crença religiosa, o que certamente influenciará em suas decisões de vida e norteará em muitos caminhos, mas não caberá a estas pessoas a responsabilidade por todos os atos e passos que este sujeito dará.

Uma navegação para ser bem sucedida envolve muitos aspectos que devem ser considerados, tais como: conhecer tecnicamente sobre o manuseio do navio, saber geograficamente dos posicionamentos e caminhos marítimos, estar familiarizado com as constantes mudanças que o mar possa promover (agitação, calmaria, mar alto e baixo, icebergs, quando posicionados em continentes gelados etc.), como tantas outras dimensões que completam este percurso. Caro leitor, ao descrever este processo de navegação, você encontra alguma semelhança com o seu funcionamento psíquico? Será que nossa vida mental também não está pré-disposta a tais acontecimentos? Certamente, temos muitas coisas em comum, no que se trata da forma como operamos, o que me atrevo a chamar de aspectos previsíveis da espécie humana, entretanto esta previsibilidade não nos assegura saber se nossa navegação será bem sucedida ou não.

Nas escritas de Sigmund Freud na formulação da Psicanálise, sabemos que sua principal distinção nos estudos sobre o homem foi à existência do inconsciente no aparelho psíquico, conforme ele afirma em seu texto: A Consciência e o que é Inconsciente: “A divisão do psíquico em o que é consciente e o que é inconsciente constitui a premissa fundamental da psicanálise (...)” (FREUD, 1996, p. 27). Na continuidade destes estudos, no texto: O Ego e o Id, Freud descreve um pouco o que é consciente: “(...) a consciência é a superfície do aparelho mental (...)” (FREUD, 1996, p. 33). Esta superfície, espacialmente, é a primeira a ser atingida pelo mundo externo, provocando, diretamente, alterações na outra superfície psíquica, que chamamos de inconsciente, que por sua vez realiza outras mudanças e provoca determinações para a vida do sujeito. Na analogia acima descrita, considero a instância consciente, os aspectos visualizados acima da superfície do mar, que evidentemente, se alteram com as interferências do mundo externo (chuvas, tempestades, sol, etc.), e inconsciente tudo que se encontra submerso a esta superfície, estando em contato com a parte de cima, mas guardando aspectos, que só aquele que se dispor a analisá-los, acessará para um melhor funcionamento psíquico.

Esta é uma das principais atribuições do profissional da psicologia e psicanálise, realizar a análise, compreensão dos aspectos que permeiam o ciclo vital do indivíduo, sobretudo sua vida mental. Considero que a embarcação nestes estudos é um caminho sem volta, que aquele que se propor a adentrar por esta porta, não achará a chave para retornar, caso tenha interesse. A ciência Psicologia nos oferece uma lente que nos permite visualizar o mundo de forma diferente, consideravelmente mais abrangente, possibilitando a formação de pessoas mais humanas e convictas da existência de potencialidade em cada ser humano.

Contribuir para que o outro organize suas dimensões e necessidades psíquicas, ajudar para ser ajudado e crescer junto a estes aprendizados. Este artigo tem como principal objetivo: torná-lo consciente de que nosso percurso pela vida pauta-se de muitas turbulências, tempestades, calmaria, agitação, dias lindos e ensolarados, sombrios, tristes e alegres, entretanto temos a responsabilidade de torná-la bem vivida e ao final poderemos dizer: “Combati o bom combate”...

É desta viagem que me refiro: ter o privilégio de viver para ajudar as pessoas a serem mais felizes e consequentemente torna-se uma pessoa feliz diariamente...


Bibliografias Consultadas:
CAMPOS, G. W. S. et al. Co-construção de autonomia: o sujeito em questão. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2006.
FREUD, S. (1923) O Ego e o Id. Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud, vol. XIX. Rio de Janeiro: Imago, 1996.



Fonte: Maviel Filipe Lopes. Profissional de psicologia cadastrada no Help Saúde.


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Hemofilia no tom da vida

É possível viver bem. Cultive esta ideia!

O Dia Mundial da Hemofilia é celebrado em 17 de abril e, no Brasil, a Federação Brasileira de Hemofilia (FBH) mobilizará todas as 24 associações de pacientes filiadas e realizará ações em 14 estados, com o apoio da Bayer HealthCare. Com o tema “Hemofilia no Tom da Vida”, as ações têm o objetivo de esclarecer a população sobre a hemofilia e conscientizar sobre a importância do tratamento adequado. Você também pode disseminar essas informações entre amigos e familiares para que todos saibam que as pessoas com hemofilia podem ter qualidade de vida e ser totalmente ativas. Cultive e compartilhe esta ideia!

O tratamento profilático ou preventivo é o recomendado pela Federação Mundial de Hemofilia e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma das principais medidas disponíveis para garantir a integridade física, psíquica e social das pessoas com hemofilia. No Brasil, que ocupa a terceira posição mundial em número de diagnósticos, com cerca de 10 mil* pacientes, o tratamento oferecido à maioria ainda é feito por demanda, ou seja, apenas quando ocorrem episódios de hemorragia. Isso traz complicações irreversíveis, como o comprometimento das articulações, que pode levar a limitações físicas.

No Dia Mundial da Hemofilia, a FBH pretende alertar para as dificuldades desnecessárias pelas quais as pessoas com hemofilia ainda passam no Brasil e evitar que as crianças que nascem com esse transtorno da coagulação corram o risco de se tornarem deficientes. O tratamento preventivo desde a infância garante às crianças a inserção social e as condições necessárias para seu desenvolvimento integral, com liberdade e dignidade, conforme está estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente.

*Dados do Ministério da Saúde


Fonte: Hemofilia Brasil.


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terça-feira, 12 de abril de 2011

Stress a grande patologia do século

Stress é mais do que uma reação a um ambiente pressionado. É uma alteração global de nosso organismo para se adaptar a uma situação nova ou às mudanças de um modo geral que provoca um desequilíbrio entre o corpo e a mente, afetando os mecanismos de defesa natural, que passa a não responder de forma competente, aumentando assim a possibilidade de sofrer doenças especialmente cardíacas e arteriais, podendo levar a transtornos mentais, erupções da pele,alteração de certas glândulas interna, como a tireóide, anormalidades menstruais ,impotência e desinteresse pela atividade sexual (baixa de libido).

O stress é um mecanismo normal, necessário e benéfico ao organismo, pois faz com que o ser humano fique mais atento e sensível diante das situações de perigo ou de dificuldade, além de fazer com que o organismo todo se esforce no sentido de vencer obstáculos e situações. Dessa forma funciona como um mecanismo de sobrevivência e adaptação, necessário para estimular o organismo e melhorar sua atuação diante de circunstâncias novas.

Geralmente os sintomas manifestam-se com a combinação de vários fatores como, ameaças súbitas, incêndios, explosões acidentes, torturas, detenções, seqüestros, violência urbana diária, desequilíbrio dos mecanismos de defesa individuais,acidentes, lesões corporais, sensação de insegurança que se instala nas pessoas, perda da estabilidade econômica, como ser demitido. Dificuldades sexuais, doenças prolongadas, mudanças imprevistas, aquisição de dívidas e de compromissos difíceis de honrar e conflitos permanentes.

Felizmente existem terapias medicamentosas que ajudam a reorganizar o sistema nervosos desses pacientes, aconselhamentos, consultas com médicos (psiquiatras), psicólogos, terapeutas holísticos e grupos de apoio que estão destribuidos por varias instituições religiosas e em alguns hospitais da rede pública.

Fonte: Silvia Regina Gomes Ramos Gonçalves. Profissional de psicologia cadastrada no Help Saúde.


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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Movimento médico comemora vitória em protesto e se prepara para novos desdobramentos

“Atingimos nosso objetivo com o protesto de 7 de abril. O alerta foi dado às operadoras de planos de saúde e à sociedade com relação aos problemas percebidos pela categoria médica. De agora em diante, esperamos que seja feita uma negociação real pelas empresas para acabar com a defasagem dos honorários e a interferência na autonomia dos profissionais”. Essa foi a avaliação do coordenador da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (Comsu), Aloísio Tibiriçá Miranda, sobre o dia de mobilização dos médicos contra os planos de saúde.

Ele acompanhou a movimentação nos estados a partir de Brasília e recebeu, ao longo do dia, informes de várias entidades regionais. “Houve grande adesão em todos os estados. Recebemos relatos de que quantidade significativa de médicos participou do protesto e suspendeu suas atividades. No entanto, sem causar prejuízos para o usuário dos planos de saúde”, lembrou o coordenador, que também é vice-presidente do CFM. De acordo com Tibiriçá, os procedimentos desmarcados serão reagendados e os casos de urgência e emergência foram atendidos.

Em 30 dias os líderes do movimento de 7 de abril se reunirão para reavaliar o andamento das negociações com os representantes dos planos de saúde. Este trabalho será conduzido pelas entidades médicas em nível regional. Paralelamente, algumas outras iniciativas acontecerão na esfera política. Já está prevista a realização de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir o tema e encontrar uma solução. Contudo, os parlamentares responsáveis pela solicitação não descartam o pedido de abertura de CPI para apurar supostas irregularidades na saúde suplementar.

No Senado – Pela manhã, a Paralisação dos Médicos chegou também ao Congresso Nacional. A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal promoveram audiência pública especial em torno das reivindicações dos médicos. Sensibilizado pelo apelo dos profissionais, o senador Paulo Paim (PT-RS), presidente do grupo, anunciou a criação de uma subcomissão de saúde dentro da Comissão. “Esta mobilização dos médicos é um grito do povo brasileiro em relação à saúde”, ressaltou o parlamentar.

O coordenador do movimento, Aloísio Tibiriçá Miranda, que participou da audiência, propôs aos senadores a montagem de uma agenda comum, inclusive com visitas aos hospitais públicos para constatar a situação da oferta da assistência sob a ótica dos direitos humanos. Paulo Paim transformou o pedido em ato normativo diante do 3º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes, e do conselheiro suplente de Alagoas, Alceu Pimentel, que também compareceram no Senado.

Durante a audiência, o senador Paulo Davim (PV-RN) defendeu a paralisação dos médicos por acreditar que o trabalho com a vida é um “direito sacrossanto”. Por outro lado, o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) enfatizou que o Congresso Nacional já tem o diagnóstico da calamidade da saúde só falta ação. “É um sistema perverso que maltrata o médico”.

Outro parlamentar que saiu em defesa da causa médica foi o sergipano Eduardo Amorim (PSC-SE). Para ele é uma perversidade que os planos de saúde sejam reajustados regularmente sem que os valores pagos aos médicos também o sejam. “Os médicos ainda recebem por uma tabela da década de 90 e muitos convênios se aproveitam disso. Assistimos o reajuste ser somente para o usuário. É justa a reivindicação da categoria médica”, apontou.

Fonte: CFM - Conselho Federal de Medicina

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Superbactérias: resistência aos medicamentos é o tema do Dia Mundial da Saúde

Nos dias de hoje, muitas pessoas vivem mais e melhor, em parte, porque remédios poderosos e eficazes – os antimicrobianos – estão disponíveis para tratar doenças infecciosas. Até a descoberta dos agentes antimicrobianos na década de 40, muitas pessoas morreram desnecessariamente. Hoje, nenhum de nós pode imaginar viver em um mundo sem antibióticos.

Mas agora o mundo vive um momento em que pode perder esses preciosos medicamentos. O uso e o abuso de antibióticos nos últimos 70 anos aumentaram o número e os tipos de micro-organismos resistentes a esses medicamentos, causando mortes, sofrimento e aumento dos custos da saúde.

Se esse fenômeno continuar sem controle, muitas doenças infecciosas se tornarão incontroláveis. Muitos países estão tomando medidas em relação a isso, mas esforços mais urgentes e consolidados são necessários para evitar a regressão à época em que os antibióticos não existiam.

Por isso, este ano a Organização Mundial da Saúde comemorará o 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, com a campanha “Combate à Resistência aos Medicamentos: sem ação hoje, sem cura amanhã”. A OMS lança um apelo a todos os países para que se evite a propagação da resistência aos medicamentos através de políticas públicas.

Saiba tudo sobre a Resistência aos Medicamentos, também chamada de Resistência Antimicrobiana.

O que é resistência antimicrobiana?

A resistência antimicrobiana – também conhecida como resistência a medicamentos – ocorre quando micro-organismos como bactérias, vírus, fungos e parasitas mudam sua estrutura e fazem com que os medicamentos usados para combatê-los se tornem ineficazes, perdendo seu poder de lutar contra esse micro-organismo.

Quando os micro-organismos se tornam resistentes à maioria dos antimicrobianos, eles são chamados de “superbactérias”. Como resultado, vários tratamentos se tornam ineficazes, a infecção persiste e pode contaminar outras pessoas. Essa é uma grande preocupação porque uma infecção resistente pode matar, contaminar outras pessoas e impõe custos enormes para os indivíduos e para a sociedade.

A resistência antimicrobiana é facilitada pelo uso inadequado de medicamentos, por exemplo, ao tomar doses erradas ou não terminar todo um tratamento prescrito. Medicamentos de baixa qualidade, prescrições erradas e falta de políticas de prevenção de infecções podem aumentar e espalhar a resistência aos medicamentos. A falta de desempenho do governo para tratar dessas questões, a fiscalização deficiente e a carência de um arsenal de ferramentas capazes de diagnosticar, tratar e prevenir também dificultam o controle da resistência aos medicamentos.

Resistência a medicamentos é um problema mundial

Nos últimos anos, o uso e o abuso de antimicrobianos aumentaram o número dos tipos de organismos resistentes. Consequentemente, muitas doenças infecciosas podem, um dia, se tornar incontroláveis. Com o crescimento do comércio mundial e a globalização, os micro-organismos resistentes podem se espalhar rapidamente para qualquer parte do mundo.

O que causa a resistência a medicamentos?

A resistência aos medicamentos é um fenômeno natural. Quando micro-organismos estão expostos a um antimicrobiano, os organismos mais suscetíveis morrem, deixando para trás aqueles resistentes ao antimicrobiano. E aqueles micro-organismos que desses nascerem terão a chance de possuir a mesma característica de resistência.

O uso inadequado de medicamentos leva à resistência às drogas

O uso inadequado de antimicrobianos impulsiona o desenvolvimento de resistência às drogas. O uso excessivo, assim como a falta de uso necessário dos medicamentos, pode contribuir para o problema. Garantir que os pacientes sejam informados sobre a necessidade de tomar a dose correta do antimicrobiano exige a intervenção de médicos, farmacêuticos e distribuidores, da indústria farmacêutica e do próprio governo.

Assim como o uso inadequado, a falta de qualidade de medicamentos pode expor os pacientes a antimicrobianos não tão eficazes, criando assim as condições para o desenvolvimento da resistência. Nos países pobres, onde o acesso aos antimicrobianos é mais difícil, os pacientes são forçados a não completar o tratamento ou procurar alternativas.

A pecuária e a resistência a medicamentos

Doses pequenas de antibióticos são utilizadas na criação de animais para promover o crescimento e prevenir doenças. Isso pode resultar em micro-organismos resistentes que podem se espalhar entre os humanos.

Falta de prevenção e controle de doenças aumenta a resistência a medicamentos

Os pacientes hospitalizados são um dos principais reservatórios de micro-organismos resistentes, podendo atuar como uma fonte de contaminação de outras pessoas. Por isso, o melhor mesmo é a prevenção.

E, para colaborar com a prevenção, recolher e reportar dados sobre a resistência de medicamentos é algo importante a ser feito. Alguns países não dispõem de instalações laboratoriais capazes de identificar com precisão os micro-organismos resistentes. Isso prejudica a capacidade de detectar a emergência e tomar medidas imediatas.

Novas ferramentas para combater a resistência estão se esgotando

Os antimicrobianos existentes estão gradativamente perdendo seu efeito. Ao mesmo tempo, há um declínio no desenvolvimento de novos antimicrobianos. Há pesquisas insuficientes para novos diagnósticos de detecção de micro-organismos resistentes, assim como vacinas para prevenção e controle de infecções. Se continuar assim, as ferramentas para se combater os micro-organismos resistentes logo estarão esgotadas e ultrapassadas.

Fonte: id Med


Temas relacionados: Microbiologista, Infectologista


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terça-feira, 5 de abril de 2011

5 de Abril: Dia Mundial da Atividade Física

Qualidade de vida e saúde são conceitos que têm aparecido com frequência em nosso cotidiano. Mas, como a literatura define tais conceitos? Para a OMS, a definição de qualidade de vida possui dois aspectos inportantes: A subjetividade (a percepção do indivíduo sobre seu estado de saúde e sobre aspectos não-médicos de seu cotidiano) e a multidimensionalidade (diferentes dimensões que compõem o construto). A OMS conceitua saúde da seguinte maneira: ‘um completo estado de bem-estar físico, mental e social e não meramente a ausência de doença’.

Entende-se através do senso comum que para adquirir saúde e qualidade de vida é necessário que se tenha hábitos de vida saudáveis, tais como praticar exercícios físicos regularmente. Os efeitos fisiológicos do exercício físico em indivíuos diabéticos, por exemplo, é a melhora na sensibilidade à insulina e na captação de glicose com mecanismos como aumento do fluxo sanguíneo muscular, que facilita a chegada e a ação da insulina, aumento do número de receptores desta e maior concentração de proteína transportadora de glicose (GLUT 4) na membrana celular. Também pode reduzir o efeito antilipolítico da insulina no tecido adiposo. O diabético, à medida que se exercita, promove maior gasto energético, diminuindo sua gordura corporal e aumentando massa muscular, que acarretará numa atenuação dos riscos cardiovasculares. Nos hipertensos, o exercício traz como benefício a hipotensão pós-exercício, ou seja, a queda de pressão arterial abaixo dos valores de repouso por algum tempo após exercício. Através da diminuição da atividade nervosa simpática, a redução da resistência vascular periférica, a ação do óxido nítrico e a redução do débito cardíaco. Os exercícios físicos atuam no perfil lipídico do indivíduo reduzindo os triacilgliceróis, aumentando HDL e contribuindo para redução do colesterol total e LDL. Ressaltando que os exercícios físicos devem estar associados a uma alimentação saudável.

Em uma pesquisa realizada em 2006 para idosos fisicamente ativos que avaliava a percepção de saúde, fez-se a pergunta ‘Como está a sua saúde?’Os resultados apresentaram a seguinte forma: 16,2 % consideram nem ruim nem boa; 78% boa e muito boa. Apenas duas mulheres consideraram sua saúde fraca ou muito ruim (5,4%).

É importante o conhecimento sobre os benefícios de se praticar exercícios, pois permite aos indivíduos adaptar suas necessidades e traz maior autonomia para a complementação de outras atividades.

Fonte: Fernanda Sardella. Profissional de educação física cadastrada no Help Saúde.


Temas relacionados: Educação física, Cardiologia


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