quinta-feira, 19 de julho de 2012

Plano de marketing: como usa-lo no consultório


Perda de pacientes, consultório ineficiente e pouca indicação de colegas de profissão. Esses são alguns dos sintomas que os médicos percebem quando algo está errado em sua carreira. Então, o que fazer? A solução pode estar em elaborar um plano de marketing. O uso desse tipo de ferramenta vem crescendo na área médica. Muitos profissionais da Saúde aderiram a essa prática e vêm conquistando um fluxo maior de pacientes, além de se destacar no mercado de trabalho. O marketing médico pode estar deixando de ser algo opcional para ser fundamental na carreira. Mas como fazer isso? Para mostrar àqueles que ainda não conhecem esse novo segmento, elaboramos algumas orientações para elaborar um plano de marketing.

1. Análise da situação atual: o que acontece agora?
O primeiro passo é conhecer exatamente a situação na qual o médico se encontra, como está o seu local de trabalho e como anda o mercado. É nesse ponto que é preciso observar os melhores caminhos a seguir no planejamento.

2. Formulação de objetivos e metas: aonde pretendo chegar?
Para um bom planejamento, é necessário saber aonde se quer chegar. Não saber o que se pretende ou mirar em vários “alvos” pode acabar atrapalhando toda a ação.

3. Análise ambiental interna e externa: determinação de caminhos
Uma vez feita a análise do ambiente, o médico também deve fazer um levantamento de suas vantagens e desvantagens em relação ao mercado de trabalho, percebendo quais são os seus pontos fortes e fracos.

4. Formulação de programas e escolhas de estratégias de atuação
Depois de definir os objetivos, o próximo passo é estabelecer como colocar em prática seu planejamento de marketing. Esta fase constará de seis etapas: determinação do público-alvo, criação de um cronograma de atividades, escolha da equipe responsável pelas execuções das tarefas, cálculo do impacto financeiro, escolha das formas de promoção e escolha da estratégia de implementação.

5. Implementação: colocando a mão na massa
Essa é a hora de começar a executar as tarefas determinadas. Lembre-se que é importante seguir o cronograma estabelecido, controlando recursos e buscando não se afastar dos objetivos e das metas traçadas.

6. Diagnóstico de resultado e controle
Para que o plano de marketing seja bem sucedido é necessário a todo o momento medir e quantificar os resultados e fazer a verificação do controle. Logo, o médico e seus colaboradores devem, ainda na fase de planejamento, pensar em maneiras para mensurar o desempenho e os efeitos práticos.


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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Síndrome de Burnout


“Burnout" ou a expressão "queimar até a exaustão”, vem do inglês burn=queima e out=exterior. Foi assim denominada pelo psicanalista Herbert Freudenberger, em 1974, quando escreveu um artigo sobre a doença. Freudenberger a diagnosticou em si mesmo. Trocando em miúdos, podemos dizer que essa é a SÍNDROME DO ESGOTAMENTO PROFISSIONAL: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes por algum período de tempo. Não apenas circunstancial.

É um fato que algumas profissões estão mais sujeitas do que outras a ter profissionais apresentando sintomas de Burn-out. São profissões caracterizadas por uma maior dedicação emocional e abnegação, como professores, médicos, enfermeiros, bombeiros, seguranças. Enfim, pessoas que trabalham muitas vezes em seu limite de conforto e bem-estar, que acabam abrindo mão de descanso, lazer e contato social para garantir seu bom desempenho.

Então, após ser identificada, rapidamente a nova síndrome - denominada no artigo como “Staff Burnout" conquistou a curiosidade dos médicos e pesquisadores dos Estados Unidos, que passaram a analisá-la e pesquisá-la. Posteriormente, por todo o mundo, a doença foi estudada e diagnosticada. Mas, aonde quer que o  sofrimento dos trabalhadores não era identificado e tratado como tal,  o problema persistia.

Este transtorno mental é registrado Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10), no grupo V.

SINTOMAS

Os sintomas surgem no indivíduo sofre pressões no trabalho devido às metas, cobranças, assédio moral (ameaça de demissão; discriminação dos colegas etc).É possível identificar na história do paciente (investigação médica), que os agentes estressores estão relacionados ao tragalho.  Estes são muitos e vão desde o atendimento ao púbico até risco de violência. Algumas vezes, estão relacionados com a falta de vocação para a atividade exercida. Mas,em geral não. O transtorno pode surgir mesmo quando a pessoa escolheu, tinha vocação para a atividade.

Os sintomas surgem como um conjunto de ansiedade e depressão. Além de sintomas físicos. Todos eles relacionados à profissão, ao trabalho:

- crises de pânico;
- desânimo,
- momentos de choro;
- tonteiras,
- dores de cabeça;
- depressão;
- ansiedade generalizada;
- dificuldade de concentração;
- fadiga extrema;
- sofrimento e ansiedade antes de ir ao trabalho;
- sensação de esgotamento físico e emocional;
- agressividade sem motivo aparente;
- tendência ao isolamento;
- mudanças bruscas de humor;
- lapsos;
- baixa estima;
- sudorese;
- pressão alta;
- palpitações,
- insônia,
-crises de asma;
- enxaqueca;
- diarréias;
- gastrites, ente muitos outros.

Pela descrição dos sintomas que são inúmeros, o transtorno não é facilmente diagnosticado e pode ser tratado como uma ansiedade, depressão ou quaisquer das patologias citadas.

O interessante é notar que todos os sintomas são uma forma do trabalhador ausentar-se da sua atividade laborativa, sendo fundamental ressaltar que os sintomas não são "simulados”, São sintomas genuínos.

COMPORTAMENTO GERA MAIS PERDAS

O comportamento dos portadores da Síndrome de Burnout  de baixa auto-estima e perda da auto-confiança pode inclusive gerar consequências mais graves e mais perdas - que podem levá-lo ao uso de drogas, álcool, aumento do uso de cigarros. Os pacientes são mais vulneráveis a sofrer acidentes devido aos sintomas, gerando perdas.

Em geral, o indivíduo apresenta os seguintes quadros:

Exaustão Emocional - o trabalhador percebe perfeitamente essa condição, suas energias se esgotam e ele não consegue mais forças e não sabe de onde tirá-las;

Não Envolvimento no Trabalho - a diminuição do prazer no trabalho afeta a eficiência e a capacidade de realizar certas tarefas;

Autoimagem Negativa - o indivíduo desenvolve imagens negativas e autodestrutivas de si mesmo e tenta compensar junto às pessoas com perda de sensibilidade afetiva

DIAGNÓSTICO

Para realizar o diagnóstico da Síndrome de Burnout é preciso avaliar o histórico do indivíduo, levando em consideração a sua relação com o trabalho que exerce.

Também pode ser de grande auxílio o exame psicométrico - para avaliar o funcionamento psíquico e o comportamento individual do paciente. Ainda podem ser utilizadas respostas psicométricas em questionários baseados na Escala Likert (que é um tipo de escala de resposta psicométrica usada em questionários).
No entanto, a confirmação do diagnóstico é feita pelo médico psiquiatra.

HÁ CULPA?

As empresas que não incentivam seus funcionários a investirem na qualidade do ambiente de trabalho registram um número maior de licenças médicas causadas por sintomas físicos e psiquiátricos.

É necessária uma política de estímulo ao funcionário que pode ser realizada através de um pedagogo empresarial Inclusive assessorando a se adaptar à função que ele realmente se sinta "integrado" à empresa. Deve-se levar em consideração fatores como a competência na atuação (colocar em prática as habilidades do funcionário); competência técnica (incentivando o trabalhador a realizar projetos individuais); competência para a autoaprendizagem (estímulo à busca de autoconhecimento para a melhoria da performance, como cursos, workshops e afins); e competência social (fomentar os trabalhos em equipe).

Assim, lucra o empregador com a frequência do funcionário e lucra o funcionário, com a satisfação no ambiente de trabalho.

TRATAMENTO

Diante da suspeita de Síndrome de Burn-out, não se desespere. Procure um psiquiatra. Confirme o diagnóstico. Siga regularmente o tratamento. Geralmente, se associa medicamentos e psicoterapia. Cada caso deve ser avaliado individualmente. 

Além disso, o esgotamento para o trabalho pode ser temporário e na maioria dos casos restringe a um tipo de atividade apenas. Assim, pode orquestrar uma relocação ou uma nova capacitação profissional, ao invés de entender o paciente como plenamente incapaz.



Fonte: Editoria HelpSaúde.



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terça-feira, 17 de julho de 2012

Ampliando o debate sobre a defesa profissional


Especialista em Direito Médico, o perito médico-judicial Luiz Carlos Prestes Jr. defende que os profissionais e as sociedades estejam mais atentos ao aumento no número de processos contra médicos. Nesta entrevista, ele fala, também, da relação do profissional com a mídia.

Diante dos constantes casos de erro médico veiculados pela mídia e o considerável aumento no número de processos contra médicos, contra consultórios e contra hospitais, registrados no Judiciário, profissionais de todo o país começam a dar mais atenção ao tema Defesa profissional. É o caso de Luiz Carlos Prestes Jr., perito médico-judicial, que vem estudando e se dedicando ao tema. Prestes dedicou seu trabalho de mestrado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) ao Direito Médico e acredita que, embora os profissionais e as sociedades médicas estejam mais atentos a este assunto, ainda há muito para se caminhar.

Nesta entrevista especial, Prestes fala sobre diversos aspectos que envolvem a “indústria do erro médico”: o papel da mídia, que julga e condena o profissional antes mesmo de uma investigação; a legislação vigente, que trata o relacionamento médico-paciente como uma relação típica de consumo; e o papel das instituições de ensino, que ainda não incorporaram o assunto na grade curricular dos cursos de graduação em Medicina. “O conhecimento do Direito Médico é, na atualidade, de extrema relevância na rotina profissional, principalmente porque não é um assunto abordado nos bancos de faculdade e, com isso, o jovem profissional acaba chegando ao mercado de trabalho desinformado quanto a essas questões”, afirma Prestes.

Veja a entrevista:

Qual a importância do tema defesa profissional para os médicos atualmente?

Luiz Carlos Prestes Jr. – A Medicina, hoje, no que tange à relação médico paciente, sofreu mudanças importantes, sobretudo após a promulgação da Constituição de 1988, do Código de Defesa do Consumidor e do próprio Código Civil. O paciente, hoje, procura a Justiça com muito mais frequência em busca de uma reparação, quando vê suas expectativas não atingidas, durante ou após um tratamento médico ou um exame. Portanto, os profissionais médicos vêm se preocupando muito mais com estas questões que abordam a defesa profissional, pois necessitam estar atualizados quanto aos principais temas que envolvem a responsabilidade civil médica.

O tema Direito médico entrou definitivamente na pauta das discussões médicas?

LCPJ – Sim, as sociedades médicas já inseriram, de forma definitiva e abrangente, o tema Direito médico nos seus congressos, jornadas e reuniões científicas. O conhecimento do direito médico é, na atualidade, de extrema relevância na rotina profissional, principalmente porque não é um assunto abordado nos bancos de faculdade e, com isso, o jovem profissional acaba chegando ao mercado de trabalho desinformado quanto a essas questões.

Como você vê o aumento do número de processos contra médicos?

LCPJ – Conforme já mencionado, houve um incremento de processos judiciais contra médicos. Isso foi motivado, não somente pela facilidade de acesso à Justiça em busca de uma indenização, mas pelo chamado “estado democrático de direito”, pautado nas legislações que, de certo modo, desfavorecem os profissionais médicos e, cada vez mais, os consideram como prestadores de serviços e os pacientes como consumidores. Não podemos também deixar de ressaltar que o modelo americano, com indenizações milionárias, principalmente relacionadas ao chamado “dano moral”, também influenciou o ajuizamento de grande número de ações judiciais no Brasil, nos mesmos moldes.

Como você avalia o número de casos repercutidos na mídia sobre problemas e erros médicos? Isso virou um modismo?

LCPJ – Sem dúvida, este é o resultado desse número elevado de ações judiciais, sendo considerado um tema de grande apelo comercial. Entretanto, a mídia, com a divulgação precoce dos “supostos erros médicos” e sem uma abordagem técnica ou o direito de defesa, tem praticado um desserviço à sociedade médica, pois divulga nomes de profissionais, hospitais e clínicas sem que o caso esteja devidamente apurado. Em minha opinião, só o fato de um profissional ter seu nome envolvido em um caso médico, divulgado na imprensa sem a devida apuração técnica, já representa uma condenação. Muitas vezes, fica posteriormente provado que outras circunstâncias e situações médicas estiveram presentes e isentaram a responsabilidade do profissional, a da sua equipe ou a do hospital em questão. Fatos estes que a mídia não tem interesse em divulgar.

Que instrumentos o médico possui para se prevenir contra processos?

LCPJ – Em primeiro lugar, o processo judicial não pode ser evitado, mas pode ser mais bem enfrentado, com uma defesa técnica robusta e bem documentada. Sabe-se que o prontuário médico é o instrumento de defesa do médico, quando bem elaborado. Portanto, o profissional médico deve dar uma importância especial ao correto preenchimento do prontuário, pois, sem dúvida, é o que o Judiciário se louva para reconstituir todos os momentos da conduta médica, o que será fundamentado pela perícia durante o processo. Da mesma forma, o relacionamento médico-paciente deve ser o mais adequado e documentado possível, no que concerne ao dever de informar tudo que está sendo praticado, sempre com a anuência do paciente e sua participação nas decisões médicas. Na ocorrência eventual de uma ação judicial, o médico deverá contratar um bom advogado, especializado em direito médico e que não deixe de ter um assistente técnico, que detém o conhecimento pericial da questão.

Como aumentar a conscientização dos médicos sobre o assunto? Você acredita que as faculdades e as escolas médicas precisam se posicionar melhor em relação ao tema?

LCPJ – Infelizmente, a maioria das faculdades de Medicina ainda não tem incluída em seu currículo a disciplina de direito médico, fato que motivou minha tese de mestrado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Entretanto, as sociedades médicas vêm se conscientizando da importância do assunto e abordando tais temas em seus encontros científicos. Cursos e seminários específicos sobre o tema vêm sendo realizados. A Revista DOC também publica artigos voltados para essa matéria, o que, sem dúvida, oferece valiosas informações aos profissionais médicos, para se embasarem nas questões de direito médico no exercício profissional. Já existe hoje uma vasta bibliografia específica, não só voltada para a ótica jurídica, mas também direcionada às questões técnicas das diversas especialidades.

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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Por que você deve estar no HelpSaúde?

O HelpSaúde traz diversos benefícios tanto para o prestador de saúde cadastrado quanto para o paciente. Com mais de um milhão de profissionais cadastrados, qualquer pessoa consegue encontrar e marcar consulta com um médico, dentista, psicólogo, nutricionista, etc, do seu plano, em sua localidade, com  pouquíssimos cliques. E tudo de maneira gratuita.

Já o prestador, através da sua página no HelpSaúde, aumenta sua visibilidade, com uma forte presença na internet e tem mais um canal para encontrar e ser encontrado por pacientes/clientes e divulgar seus serviços. Fizemos um infográfico que explica de forma simples, para o prestador de saúde, por que ele deve ter seu perfil no HelpSaúde. Esperamos que gostem!
Estatisticas do HelpSaude

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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Perfil do Médico Brasileiro

Reunimos o resultado de diversas enquetes que nossos médicos nos ajudaram a responder e organizamos tudo num infográfico para facilitar o entendimento e leitura. Conheçam o perfil do médico brasileiro da atualidade!

Perfil do Medico Brasileiro

E aí? Gostaram?

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O que você precisa saber antes de investir seu dinheiro


Investimento pode ser definido como sendo o dinheiro gasto hoje em bens e direitos com o objetivo de aumentar a quantidade de dinheiro a ser recebida no futuro. Para diversas pessoas, quando pensam em investimentos, a primeira lembrança que vem à mente são aplicações financeiras e imóveis, mas na visão de um investidor ou um empreendedor, o leque de opções é muito mais amplo. Podemos listar alguns motivos de investimentos: substituição (trocar um equipamento antigo por um novo), redução de custos (aquisição de um imóvel próprio para eliminar o aluguel), modernização, expansão e projetos (sistemas informatizados, revisão dos processos e plano de marketing).

A palavra investimento tem na sua essência a ideia de lucro, de retorno, de aumento de riqueza. Porém, a concorrência, o mercado e a mídia, muitas vezes, forçam o proprietário de uma clínica a realizar investimentos que não geram qualquer retorno, mas que, caso não sejam concretizados, poderão implicar na perda dos clientes atuais.

Imagine uma clínica com paredes por pintar, equipamentos antiquados, sem computador e com televisão de tubo na sala de espera. Ou esta clínica se moderniza realizando investimentos em reformas na estrutura física, na aquisição de computadores, televisores de LCD e equipamentos de produção ou gradativamente começará a se desfalecer. O interessante é que muitas vezes o proprietário até não se dá conta do que está acontecendo, de que precisa investir para se atualizar e enfrentar a concorrência. Neste exemplo, a clínica rejuvenescida poderá até atrair novos clientes, mas é muito difícil mensurar este efeito, pois o foco principal é a manutenção da clientela. Podemos citar ainda outros investimentos que são (por vezes) necessários, mas dificilmente propiciam algum aumento de receita visível, tal como um equipamento pouco utilizado, mas que traz mais conforto ao paciente.

O investimento em si caracteriza-se em ter um retorno, sempre acompanhado de um certo risco. As decisões neste tipo de investimento, como expansões, compra de um novo equipamento, transformar a clínica em um hospital, implantar novas especialidades etc. devem sempre ser acompanhadas de análises, chamadas de projetos de viabilidade econômico-financeira ou business plan.

A análise do investimento serve para avaliar os efeitos nos resultados por meio de previsões que estimam o volume de atendimento, o pagamento do investimento (amortização da dívida), os resultados operacionais gerados (estimativa das receitas e dos custos) e o tempo que demorará até recuperar o capital empregado. O cálculo normalmente baseia-se em critérios comparativos, possibilitando ao investidor (antes de investir) conhecer estimativas de retorno entre duas ou mais opções. Este modelo comparativo é chamado de custo da oportunidade.

Por exemplo: aplicar R$60 mil no mercado financeiro a uma taxa atual de cerca de 0,7% ao mês proporcionará ao investidor, em um prazo de cinco anos, o montante de R$91 mil. Caso este investidor adquirisse um equipamento neste mesmo valor e considerando que em cinco anos este equipamento estaria obsoleto e necessitando ser substituído, então, as vendas com o uso deste equipamento deveriam proporcionar ao empreendedor pelo menos o montante de R$151 mil, dos quais R$60 mil para repor o equipamento obsoleto e R$91 mil de recuperação, empatando com a remuneração oferecida pelo mercado financeiro. Vale observar que este montante deve ser alcançado somente com a taxa de uso do equipamento, sem considerar o honorário do médico que realizou o serviço.

Existem diversas metodologias e técnicas para avaliação de investimento. Portanto, antes de ampliar a clínica ou comprar um novo equipamento, é sempre aconselhável fazer um projeto de viabilidade. Com ele, é possível reduzir bastante o risco na hora de investir. Se a decisão de comprar já foi tomada independente de qualquer análise, o conselho é: não faça os cálculos depois que adquiriu, pois você poderá ter surpresas desagradáveis...

por Eduardo Regonha.

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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mitos e verdades sobre a friagem e o golpe de ar


Leva o casaco!

O inverno está chegando, e com ele alergias, gripes e outras doenças respiratórias. Essa estação do ano também trás a famigerada friagem, e as mães e avós ficam em polvorosa recomendando casaquinhos e agasalhos. Mas será que o tal golpe de ar, que ocorre quando saímos de um banho quente, quando abrimos a geladeira, quando bate um vento, e em vários outros momentos, realmente faz mal para saúde?

É inegável que muitas pessoas associam friagem e golpes de ar à maior incidência de gripes. Afinal, no inverno, gripes e resfriados são sim mais comuns.  Diversos estudos já foram feitos, desde 1950, para avaliar essa correlação e nenhum desses jamais comprovou essa teoria.

Eles indicam que a friagem e golpes de ar não têm influência sobre o desenvolvimento de tais doenças, que isso é uma crendice. Na verdade, gripes, resfriados e infecções respiratórias são doenças infecciosas, provocadas por micróbios que se alojam no aparelho respiratório e causam tosses, espirros, coriza, e demais sintomas. Sem vírus e bactérias essas doenças não se desenvolvem, havendo ou não friagem e golpes de ar.

Vocês podem estar se perguntando: mas se a friagem não leva a doenças respiratórias, porque elas ocorrem mais no inverno? De acordo com o Dr Drauzio Varella, no inverno há uma queda na umidade, o que favorece a proliferação dos vírus, e há também uma maior incidência de aglomeração das pessoas em lugares fechados, por conta do frio. Em ambientes mal ventilados, com janelas fechadas, a transmissão de tais agentes microbianos é facilitada.

O doutor explica de onde veio esse mito:

“A crendice de que o frio e o vento provocam doenças do aparelho respiratório talvez seja fácil de explicar. Sem ideia de que existiam vírus, fungos ou bactérias, nossos antepassados achavam lógico atribuir as gripes e resfriados, que incidiam com maior frequência no inverno, à exposição do corpo às temperaturas mais baixas.”

E ainda: “Se friagem fizesse mal, a seleção natural certamente nos teria privado da companhia de suecos, noruegueses, canadenses, esquimós e de outros povos que enfrentam a tristeza diária de viver em lugares gelados.”

Portanto, deve-se evitar lugares totalmente fechados, especialmente no inverno. Por mais que esteja frio, é bom tentar deixar ao menos parte da janela aberta para dificultar a transmissão dos agentes microbianos causadores de gripes, resfriados e infecções respiratórias, de pessoa para pessoa.


Fontes: Dr. Drauzio Varella, Bibliomed

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terça-feira, 10 de julho de 2012

A riqueza do conhecimento compartilhado na prática médica moderna


Vamos discorrer sobre termos essenciais para a Gestão do Conhecimento (GC). Derivando definições da área de Informática, podemos afirmar que dado é sequência de símbolos quantificados ou quantificáveis. Portanto, um texto é um dado. De fato, as letras são símbolos quantificados, já que o alfabeto por si só constitui uma base numérica. De forma semelhante, sons e imagens também são dados. A partir do momento em que os dados podem ser organizados de forma lógica e inteligível, podemos chamá-los de informação. Quando a informação pode ser aplicada a qualquer situação em que seja necessária uma tomada de decisão, nós temos o conhecimento. Em outras palavras, conhecimento é a informação útil ou aquela que carrega um propósito.

O conhecimento médico sempre foi uma combinação entre arte e ciência, sendo tradicionalmente relegado a pesquisadores a busca pelos avanços e, aos médicos praticantes, a arte de aplicar o conhecimento e se relacionar com o paciente. Entretanto, em nosso tempo, é possível haver um intercâmbio maior entre a academia e a prática. Dentro da GC, é clássica a distinção entre o conhecimento explícito, que pode ser articulado em uma linguagem formal e transmitido entre indivíduos, e o conhecimento tácito, que corresponde ao conhecimento pessoal incorporado nas experiências dos indivíduos e que são inerentemente intangíveis, como crenças pessoais, perspectivas e valores.

Em 2006, a revista Time elegeu “você” como homem do ano. Ela traz na capa a palavra “you” em uma tela de computador, com o subtítulo: “Sim. Você mesmo. Você controla a Era da Informação. Bem-vindo ao seu mundo”. A razão por esta escolha foi atribuída à era em que a internet possibilita a explosão do crescimento do conhecimento colaborativo, em que cada pessoa pode utilizar esta ferramenta para expressar suas ideias e se comunicar.

A internet como plataforma denominada de web 2.0 coloca um poder incrível na mão de todos. Imagine aquele médico que aprendeu Medicina na prática, com exercício constante, e aprendeu maneiras inteligentes de se comunicar e formas diferentes de realizar uma técnica. Aí, ele guarda para si – isso é um conhecimento tácito que morre junto com ele. Se ele comenta com outro colega de plantão, há uma socialização restrita àquele ambiente. Há um tesouro de conhecimento que é produzido diariamente pelos médicos e por seus pacientes, algo de valor tão grande quanto àqueles produzidos tradicionalmente nos centros universitários.

Vejamos exemplo de transformação de conhecimento tácito em explícito. Imagine o cenário hipotético em que um cirurgião de hospital recebe feridos por arma de fogo em grande número e não dispõe de alta tecnologia. Ele sabe que a melhor maneira de retirar uma bala é utilizando a combinação X de movimentos e passos. Usando seu celular, ele filma e posta no Youtube à noite e descreve sucintamente este e outros conhecimentos adquiridos nos corredores do hospital. No dia seguinte, médicos de todo o planeta passam a ter ciência desta informação. Um deles, professor universitário americano, resolve fazer um estudo sobre a técnica e, com a participação do especialista e professores brasileiros, a publica em renomado periódico. A técnica passa, então, a ser utilizada em diversos hospitais do mundo.

Em outras palavras, o conhecimento gerado todos os dias em consultórios, clínicas, corredores e enfermarias de hospitais tem potencial de ser compartilhado sem fronteiras. A Gestão do Conhecimento encurta a distância entre o que a Medicina sabe (conhecimento científico) e o que os médicos fazem na prática. E você, o que está esperando para postar suas observações valiosas em um blog ou rede social? Lembre-se de que seu conhecimento prático é valioso e não está nos livros.


Por Fábio Freire


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10 de julho - Dia da Saúde Ocular


Esse dia não só exalta os avanços da medicina, como chama atenção também a respeito da importância significativa das ações preventivas. Se estas forem realizadas periodicamente, as principais doenças de visão poderão ser evitadas.

Infelizmente, as pessoas ainda não têm o hábito de fazer os exames periodicamente, e por isso muitos casos de perda de visão que poderiam ser evitados, não o são. Se constatada a doença logo no estágio inicial, o tratamento seria normalmente é mais eficaz.

A catarata, por exemplo, é uma das principais causas de cegueira no Brasil. E é curável graças aos avanços no campo da microcirurgia. O glaucoma, degeneração macular relacionada à idade e retinopatia diabética, são outros exemplos de doenças que podem ser curadas se diagnosticadas no estágio inicial.

É possível diagnosticar várias condições desde o nascimento. Como a hipermetropia, miopia, estrabismo e etc. Se você tem um filho, é importante observar algumas atitudes específicas.

Se ele esfrega muito ou fecha um dos olhos com frequência, se apresenta olhos desalinhados após o quarto mês de vida, se estiver com olhos inflamados ou se ao tirar uma foto alguns dos olhos estiver branco, por exemplo, podem ser sintomas de problemas na visão.

Com o passar do tempo, a nossa vista pode passar a precisar de mais luz para enxergar, ter maior dificuldade com o foco e em diferenciar tons. Porém, com os avanços da oftalmologia encontramos mais produtos e tratamentos que nos ajudam a manter uma visão boa.

Alguns problemas comuns na fase adulta ocorrem devido ao uso do computador. Alguns sintomas podem ser os olhos secos, vermelhos e irritados, dores de cabeça e dificuldade de focalização. Por isso, tenha o cuidado diário de cada 40 minutos de uso dar um descanso de 10 minutos e mantenha o monitor de a 50 cm dos olhos.

Tire todas as suas dúvidas com o seu oftalmologista, e faça os exames regularmente. Encontre um aqui, no HelpSaúde.

Fonte: Editoria HelpSaúde.

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Deputados aprovam Medida Provisória 569


Foto: Natália Gadelha

 A Medida Provisória 568 foi aprovada, nesta quarta feira, pelo plenário federal. A MP vem causando protestos de diversas classes trabalhadoras desde a sua edição, em maio deste ano.  A principal queixa sobre ela é a que transforma parte dos salários em gratificações, e que seria prejudicial para os trabalhadores na hora da aposentadoria. Outra reclamação era a dificuldade que isso geraria na hora dos reajustes salariais, pois as gratificações iriam mascarar os aumentos.

A principal mobilização contra essa medida foi feita pelos médicos servidores públicos federais, que chegaram a ir para Brasília debater o tema com deputados de oposição. Pela pressão e a repercussão negativa da imprensa, o texto original foi editado e os médicos não serão mais prejudicados. A Medida vai agora ser votada no Senado, com o conteúdo modificado.



Fonte: Portal R7

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Dia do Hospital - 02 de julho


No dia 02 de julho de 1945 foi inaugurada a Santa Casa de Misericórdia de Santos, em São Paulo, pelo Getúlio Vargas. Por essa razão, e por ser um dos maiores hospitais do Brasil, no ano de 1945, foi escolhida esta data como “O dia do Hospital” para homenagear os profissionais que trabalham na área da saúde, dentro dos hospitais, como por exemplo, médicos, enfermeiros, radiologistas, terapeutas, psicólogos e etc.


Como está determinado pela constituição do nosso país que a saúde é direito de todos e dever do Estado, há instalações de hospitais públicos, que oferecem serviços médicos gratuitos e obrigatórios.

Muitas vezes os hospitais se diferenciam entre si. Enquanto algumas unidades prestam serviços especializados, como pediatria, cardiologia, neurologia, maternidade, ortopedia, dentre outros, outras outras unidades prestam serviços de pronto-socorro para acidentados ou pessoas que estejam em crise, passando muito mal.

Como o Sistema Único de Saúde (SUS) encontra-se desordenado, sem condições de atender toda a população, surge a necessidade de instalações de hospitais particulares. Esses hospitais, por sua vez, cobram preços altíssimos pelos serviços, sem considerar que uma boa parte da população não tem condições de arcar com tais despesas.

O dia 2 de julho, então, além de homenagear os prestadores de saúde, serve também para incentivar a população a reafirmar a seus políticos a necessidade de implantar políticas públicas para uma melhora na qualidade dos serviços públicos de saúde.

Fonte: Editoria HelpSaúde.


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