quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Protesto contra Planos de Saúde: Médicos podem suspender as atividades por 15 dias

Mobilização conta planos de saúde: Para reinvidicar a valorização da medicina, de seus profissionais e uma melhora na assistência aos pacientes, médicos poderão cancelar consultas por meio de convênios e outros procedimentos entre os dias 10 e 25 de outubro. O protesto terá abragência nacional e tem como objetivo evidenciar a insatisfação de médicos e pacientes perante os serviços prestados pelas operadoras de plano de saúde.
Os pacientes serão avisados sobre o cancelamento de procedimentos com antecedência, possibilitando assim o reagendamento. Emergências e urgências não serão afetados.


Solicitações:

Os médicos pedem reajuste de salários e percentuais repassados pelas operadoras de planos de saúde, e querem o fim da interferência das mesmas na relação médico-paciente. Também estão pleiteando que os reajustes sejam periódicos.

No dia 10 de outubro, os médicos iniciarão a mobilização com diversos atos públicos, como assembleias, caminhadas e manifestações.

E você? O que acha disso?


Fonte: Conselho Federal de Medicina 


DISCLAIMER: Todo e qualquer conteúdo apresentado nas páginas do Blog do HelpSaúde tem caráter estritamente informativo e educacional, e de nenhuma maneira substitui as informações ou apreciações de especialistas das respectivas áreas de interesse aqui apresentadas. O conteúdo de posts escritos por prestadores de saúde cadastrados no HelpSaúde são de responsabilidade do autor, logo a HelpSaude Brazil SA, proprietária do Blog (blog.helpsaude.com) e do Site (www.helpsaude.com) se exime de qualquer encargo ou obrigação.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Margem de contribuição: a ferramenta que auxilia a tomada de decisões

Um dos itens que considero de maior relevância se o objetivo é tomar decisões é a gestão de custos, São muitos os desdobramentos que a informação de cus­to possibilita ao gestor. Neste artigo, vou comentar sobre a margem de contribuição. O Wikipédia tem uma ótima definição: “1) É a quantia em dinheiro que sobra do preço de venda do serviço após retirar o valor do custo variável e as despesas va­riáveis. Esta quantia é que garantirá a co­bertura do custo fixo e gerar lucro. 2) Ela representa uma margem de cada serviço vendido que contribuirá para a empresa cobrir todos os seus custos e despesas fi­xas, chamados de custo de estrutura/su­porte”. Antes de avançarmos precisamos definir outros conceitos:

• Custos variáveis: se alteram na mes­ma proporção da variação do volume das atividades. Correspondem aos insumos inerentes à produção. Ou seja, o custo va­riável só acontece caso haja produção.

• Custos fixos: não são influenciados pela variação do volume de atividades, dentro de uma determinada capacidade. Corres­pondem aos custos vinculados com a infra­estrutura e ocorrem mesmo sem produção.

Como descrito acima, a margem de contribuição é a diferença entre o preço de venda e o custo variável. Por exemplo: um exame é vendido para uma operadora pelo valor de R$50. Para a realização do exame, incidem os custos variáveis: filme, contraste, honorário do médico que reali­zou o exame e o laudo, totalizando R$28. Ou seja, este exame gerou uma margem de contribuição no montante de R$22 (R$50 – R$28) ou 44%.

É primordial deixar claro que a margem de contribuição não é o lucro (resultado fi­nal), mas no momento de uma negociação ou de uma tomada de decisão, é um instru­mento de suma importância. Vamos para alguns exemplos. Uma clínica obteve de receita no mês R$100 mil. Os custos variá­veis acumularam um valor de R$47 mil e os custos fixos, R$43 mil, com resultado final (lucro) de R$10 mil. Com a diferença entre R$100 mil e R$47 mil, chegamos a R$53 mil (ou 53% de margem de contribuição), valor que sobrou para cobrir os custos fixos e gerar lucro. Com base nesses números, podemos inferir que se a clínica deseja pelo menos um lucro de 10% nos diversos servi­ços efetuados, ela deve ter uma margem de contribuição de pelo menos 53%.

Em geral, uma clínica tem serviços di­ferentes, bem como valores diferentes de­pendendo da negociação com a operadora. Portanto, as margens de contribuição têm uma grande variação. Seria muito bom se conseguíssemos que todos os serviços efetuados tivessem uma margem igual ou superior aos 53% (no caso do exemplo aci­ma). Todavia, nem sempre isso é possível. Já tive a oportunidade de ver situações com serviços que geram margens de 2% até 80% ou mais. Muitos serviços geram mar­gens bem inferiores à desejada, ocasionan­do um prejuízo para a instituição. Porém, é importante esclarecer que isso não quer dizer que devemos excluir este produto ou serviço, pois, apesar de gerar prejuízos, ainda sobra algo na venda desse item para ajudar a pagar os custos fixos.

O que é altamente recomendado é evi­tar ao máximo a ocorrência de produtos/serviços com margem negativa, pois isso significa que a instituição está prestando um serviço no qual terá que pagar para realizá-lo. Por exemplo: a operadora remu­nera a clínica por um determinado even­to o valor de R$40. Para a realização desse evento, temos os seguintes custos variáveis: medicação – R$15; honorário do médico – R$22; comissão do profissional que indi­cou – R$5; totalizando R$42. Ou seja, na realização desse procedimento, não sobrou nada para ajudar a pagar os custos fixos e será necessário retirar R$2 (R$40 - R$42) de outro procedimento com margem posi­tiva para cobrir o déficit gerado.

A margem de contribuição identifica o que realmente sobra para a empresa. Concluindo, lembro, ainda, que muitos segmentos usam o cálculo da margem de contribuição para desenvolver promoções, como as companhias aéreas, que oferecem passagens a valores bem inferiores em de­terminados horários e voos.
 
por Eduardo Regonha

 
Conteúdo fornecido pela Editora DOC, parceira do HelpSaúde.






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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O encontro clínico: o médico aos olhos de quem o procura


Bertrand de Jouvenel teria dito a Emmanuel Berl: “Vês, estou contente de conversar contigo enquanto bebemos água da torneira em um pote de mostarda. Para muitas pessoas, o progresso seria beber água mineral em um copo de cristal. Para mim, é ver-te mais vezes”.
Alfred Sauvy

 

É com esta citação que o colega Luis Roberto Londres inicia o capítulo O encontro clínico, de seu livro Iátrica – a arte clínica: ensaios sobre a teoria da prática médica. Li este livro em 1998, no meu penúltimo ano de Medicina, e decidi revisitá-lo. Este momento tão significativo, que é o do encontro do paciente com seu médico, sempre me interessou. A complexidade das possibilidades interativas – que necessariamente precisa ser substituída por um tipo de interação específica, baseada na cooperação e na confiança – é um desafio para qualquer profissional que exerça a prática clínica.

Depois de uma boa campanha de marketing médico, um consultório bem localizado, agradável de se estar, com uma secretária atenciosa, horários disponíveis e um preço justo, ainda há que se passar pelo teste de fogo: a relação médico-paciente. Como diz Londres: “é através do encontro clínico que o doente – ou o suposto doente – ou o que deseja apenas se assegurar de sua sanidade toma contato com a atividade médica como tal, isto é, compartilha suas condições com outra pessoa, possuidora de conhecimentos específicos e ordenados, e dela espera uma opinião (ou certeza) e uma ação de acordo com seus objetivos”.

É nesse momento, em que nos mostramos seguros, empáticos e disponíveis – ou, então, justamente o contrário destas características acolhedoras – que começamos a definir o sucesso de nossa empreitada enquanto praticantes da Medicina. Enquanto podemos conseguir de um paciente que se mobilize para a ação através do temor que o mesmo possui de perder a vida, algum órgão ou função, não conseguimos fazê-lo de forma sustentada e cooperativa se não desenvolvermos com ele um laço especial, pautado pela confiança.

Sem este laço, ao primeiro sinal de segurança, quando perceber (ou imaginar) que sua vida está a salvo, o mesmo tenderá a abandonar o tratamento, ou torná-lo irregular, passando a obedecer os impulsos e aconselhamentos daqueles que estão mais próximos do seu círculo de confiança: amigos, familiares, vizinhos… Como sabemos, tal atitude é temerária e claramente prejudicial em patologias crônicas (como diabetes mellitus, hipertensão e dislipidemias), nas quais a sintomatologia pode permanecer oculta por vários anos, causando danos que só serão perceptíveis mais tarde.

Quando um paciente vem nos procurar, ele sempre o faz pois está, de uma forma ou de outra, fragilizado, visualizando na figura do médico um instrumento para sair de sua condição de ser humano frágil e falível. Negligenciar esta condição e este sentimento, bem como tornar secundária a importância do médico enquanto direcionador do processo de cura, alívio ou conforto do paciente, é algo eticamente inaceitável. Quando, inadvertidamente, responsabilizamos o paciente intelectualmente limitado ou, já idoso,  atrapalhado com suas dezenas de medicações, pela falha do tratamento, o fazemos para tentar nos redimir de nossa própria responsabilidade.

Se é bem verdade que “não se pode ajudar a quem não quer ajuda”, existem várias formas de ajudar quem nos pede socorro mas, por vários motivos que cabem a nós investigar, não consegue-se ajudar. Não é só ao paciente que precisamos pedir paciência enquanto realizamos nossos testes e utilizamos nossas ferramentas diagnósticas. Precisamos nós mesmos exercer o dom da paciência e repetir nossas instruções acerca das medidas que julgamos aptas para que o doente atinja os objetivos que o fizeram nos procurar.
Ainda, voltando a uma citação de um poema de Antonio Machado feita em Iátrica: “El ojo que ves no es ojo porque tú loveas; es ojo porque te ve”. E referindo-me à necessidade da relação de confiança, talvez possamos usar tal poema para dizer: “O médico que enxergas no espelho pela manhã não é médico porque assim o queres; é médico pois assim teu paciente te vê”.


por Rafael Reinehr


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terça-feira, 4 de setembro de 2012

O médico e a mídia: o que fazer ao ser entrevistado?

Entramos na segunda década do século XXI e, com ela, o acesso à informação está cada vez mais rápido, seja na internet, na TV, no rádio ou até mesmo em celulares e smartphones. É cada vez mais fácil saber sobre patologias, tratamentos, exames e medicamentos. Para confirmar ou desmistificar esses temas, os médicos têm sido chamados para dar entrevistas e expressar suas opiniões sobre diversos assuntos. Porém, muitos médicos não se sentem preparados para conceder entrevistas. As dúvidas que pairam são: como se portar diante das câmeras? Que habilidades são necessárias para se sair bem em uma entrevista? Vale a pena procurar um assessor de imprensa?
Seis médicos contam como eles têm mostrado desenvoltura nesses momentos. Os profissionais passam conselhos para os demais médicos para quando estes forem entrevistados. Para melhorar o contato com os jornalistas e mostrar o seu trabalho, alguns desses médicos mantêm sites ou blogs. Confira a visão de cada um sobre o assunto:

Psiquiatria
Maria de Fátima Vasconcellos
Presidente da Associação Psiquiátrica do Estado do Rio de Janeiro (Aperj)
“Ao conceder uma entrevista, o médico deve utilizar Português claro e saber para quem está falando. Se ele está dando entrevista para uma revista médica específica, com fins científicos, pode usar uma linguagem com jargãoe expressões técnicas. Porém, se estiver falando para o grande público, deve-se usar palavras simples e claras para que essas pessoas possam entender. Ao falar em público, o médico deve saber que ele representa uma autoridade, uma referência no assunto. Ele não promove o que não pode ser promovido. Fale sempre sobre o que as evidências médicas garantem. Hoje, o paciente é o agente de sua melhora. Então, é preciso que o paciente saiba sobre doenças e possíveis tratamentos, até para que possa discutir com o seu médico acerca disso. A pessoa também precisa ter facilidade em se comunicar. Cada profissional deve saber os limites de suas possibilidades. Se for o caso, a pessoa deve procurar um curso para falar melhor em público”.

Pediatria
Raul Enrich Melo
Pesquisador da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) “Primeiramente, o profissional, ao falar para o grande público, deve ter a capacidade de sintetizar as ideias para colocá-las de forma clara. Se a entrevista for voltada para o leigo, o profissional deve traduzir os termos e os pensamentos para esse público. O médico deve agregar informações importantes e comprovadas. Já aconteceu de médicos terem falado sobre formas de tratamento e condutas profissionais, sendo depois desmentidos por outros médicos, que afirmavam que aquilo era uma bobagem ou ainda não estava referendado pelo consenso. Quando falamos em congressos, damos uma palestra ou começamos a dar as primeiras entrevistas, caracteriza-se o exercício de falar em público. Há diferenças entre conceder uma entrevista para rádio, televisão ou jornal. Exemplo disso é na TV, onde o tempo em geral é escasso e você pode acabar falando apenas uma frase ou duas. A utilização de serviços de profissionais da Comunicação, como um assessor de imprensa, depende do médico. Se ele escreve um livro ou apresenta um trabalho de grande impacto, é viável contratar um assessor. As dicas desses profissionais são importantes”.

Angiologia
Guilherme Pitta
Presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV)
“Em primeiro lugar, o médico deve entender sobre o assunto da entrevista. Depois, ter tranquilidade. Por fim, entender o que o jornalista deseja saber com determinada pergunta. Então, ele responderá adequadamente o que está sendo proposto, com respostas claras e diretas, que não sejam muito curtas. O médico deve se portar do ponto de vista ético, colocar respostas bem diretas e evitar se envolver em polêmicas, dando pareceres. Quando o médico fala nos programas de TV, deve ter cuidado ao tratar de certos assuntos, como procedimentos novos ou milagrosos, que melhoram muito ou trazem a cura de determinadas doenças. É muito complicado falar em público sobre determinados procedimentos, pois eles precisam ser comprovados cientificamente. Sem dúvida, é de fundamental importância a contratação de um profissional da área. A forma de relacionamento com a mídia melhorou muito no momento em que os médicos começaram a utilizar os serviços dos assessores de imprensa. Temos transmitido muito melhor a nossa mensagem”.

Cardiologia
Isa Bragança
Especialista em Medicina do Esporte e diretora da Clínica Cardiomex, do Rio de Janeiro
“Tento sempre ser natural ao conceder uma entrevista. Quero passar transparência sobre que penso e o que sinto. A naturalidade é importante neste momento, sem utilizar palavras difíceis. Alguns médicos não têm preocupações quando estão na televisão. O que oriento é: não use palavras técnicas, pois você acaba gerando um desinteresse em quem está lhe assistindo. Seja atual e não fale sobre coisas que ainda ocorrerão, e sim sobre assuntos que as pessoas têm interesse em saber. Lembre-se de manter uma postura adequada também. Quando entramos ao vivo, há uma grande diferença. Você sabe que é ao vivo, então bate aquela tensão. Nesse caso, não dá para voltar se você errar; logo, precisa-se de uma atenção redobrada. É importante se preparar. Tento articular melhor as palavras e não fazer tantos gestos. Se você falar em um programa de TV que a cura para tal procedimento é X, quando, na verdade, é com Y, não há como reverter a situação. Você tem que saber tudo sobre o que está falando. A ajuda de um assessor de imprensa é muito boa nesses casos. As dicas dele podem fazer a diferença em uma entrevista”.

Infectologia
Maria de Lourdes Worisch
Coordenadora do Serviço de Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Brasília
“Para conceder uma entrevista, deve-se ter conhecimento, experiência e objetividade. A linguagem não verbal é um outro fator que contribui para o resultado final. No rádio, há uma diferença nesse sentido. A postura deve ser outra, pois a linguagem corporal não aparece e só a nossa voz é ouvida. A equipe que convida para a entrevista tem que ser acolhedora, principalmente a pessoa que fará a entrevista. O importante é o médico se apresentar de forma segura, mostrando objetividade e prestando muita atenção ao conteúdo da pergunta. Não extrapole, não seja prolixo e responda à pergunta que foi feita de uma forma que o leigo entenda, não só os médicos. Somos formadores de opinião e o público vê como verdadeiro tudo aquilo que o médico diz. A busca por profissionais de Comunicação auxilia demais nesses momentos. Com a ajuda de assessores, pode-se evitar, por exemplo, os vícios de linguagem e as repetições das palavras, além do gestual, que deve ser mais contido, em especial na televisão”.

Cirurgia Geral
José Luiz Dantas Mestrinho
Vice-presidente da Regional Centro da Associação Médica Brasileira (AMB)
“Em primeiro lugar, o médico deve conhecer o assunto da entrevista e ser sincero naquilo que está expressando, para transmitir credibilidade. Particularmente não vejo nenhuma diferença em conversar com os diversos tipos de mídias, como rádio, TV ou jornal. Muitas vezes preciso falar sobre certos assuntos pela posição que ocupo na Associação Médica Brasileira. Se não tenho conhecimento, peço que passem a pauta da entrevista para que possa procurar sobre o tema e não comprometer o que estou respondendo. Hoje, não só aquilo que está sendo dito, mas o público em geral tem uma informação segura e, às vezes, até exagerada sobre aquilo que está sendo pautado. A internet favorece toda essa gama de informações. Acho que todo mundo que possui algum tipo de dificuldade de se apresentar pode procurar um profissional de Comunicação. Isso é importante para que o resultado daquilo que está sendo dito seja melhor absorvido”.


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