sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Quatro aplicativos que auxiliam o médico no dia a dia do consultório


Estetoscópio, receituário e medidor de pressão arterial são apenas alguns dos equipamentos imprescindíveis no dia a dia de um médico. Nos últimos anos, mais um dispositivo passou a ter uma importância grande para os profissionais de saúde: os smartphones. Os benefícios e utilidades que eles proporcionam por meio de aplicativos permitem remodelar a gestão e já fazem parte da rotina de trabalho em um consultório.
A última edição da Pesquisa TIC Saúde, com dados de 2016, mostra que 91% dos médicos já utilizam um aparelho celular em seu ambiente de trabalho. Deste total, 78% deles têm acesso à Internet por meio do dispositivo. É um número maior, por exemplo, do que os computadores de mesa e portáteis. Diante desta nova realidade, trabalhar com os programas adequados é essencial. Confira quatro categorias de aplicativos que são essenciais para a gestão do consultório:
Prontuário eletrônico: se o seu programa de prontuário eletrônico não permite a utilização via app em smartphone ou tablet, é melhor repensar sua função. Hoje, é imprescindível que o médico tenha esse recurso na nuvem para acessá-lo em qualquer lugar via Internet, garantindo a mobilidade necessária para a área. Já imaginou estar em um congresso, precisar de um documento e não encontrar porque seu prontuário só permite acesso no computador fixo do consultório?

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Atualização médica: em medicina, estar em constante atualização é fundamental. A cada ano surgem novas descobertas e estudos e o profissional precisa estar atento a essas informações. Mas como adquirir esse conhecimento em meio às consultas? Simples, com aplicativos que trazem dados detalhados sobre diferentes patologias, artigos científicos e novidades sobre as mais diferentes áreas. O Medscape e o Whitebook são dois exemplos conhecidos.
Contato com comunidade científica: os estudos são importantes, sem dúvida, mas o diagnóstico sempre é mais preciso quando há uma troca de informações entre médicos. Hoje, há aplicativos que funcionam como uma “rede social”, em que o profissional pode postar fotos de exames dos pacientes (sempre respeitando a privacidade e a ética) para tirar dúvidas e pegar mais sugestões. É o caso, por exemplo, do Figure 1, um dos apps mais utilizados em todo o mundo.
Passo a passo de procedimentos: esta dica é para quem está em início de carreira ou gosta de estudar cirurgias médicas. Há aplicativos que trazem, com grande qualidade gráfica de imagens e com um ambiente 3D interativo, o passo a passo de procedimentos, como apendicectomia, implante de próteses mamárias, etc. O melhor exemplo dessa categoria é o Touch Surgery

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Como os horários de refeição influenciam sua qualidade de vida





Se você tenta levar uma vida saudável, provavelmente presta atenção ao tipo de alimento e ao tamanho das porções que consome.
Mas uma nova pesquisa indica que tão importante quanto isso é observar quando você come.
Nutricionistas vão recomendar que você se alimente em intervalos regulares e nunca pule uma refeição.
Os "ratos de academia" aconselham você a comer certos nutrientes antes, durante e depois de praticar exercício; e pesquisas indicam que ingerir a maior parte das calorias no início do dia ajuda a combater a obesidade.
Agora, um estudo que analisa o ritmo circadiano (período de 24 horas em que se baseia o relógio biológico) diz que devemos limitar nossa alimentação às primeiras oito a dez horas em que estamos acordados, para dar ao corpo tempo suficiente para digerir a comida, descansar e se recuperar.
O pesquisador Satchin Panda é professor do Salk Institute, em Dallas, nos EUA, e autor do livro The Circadian Code ("O Código Circadiano", em tradução livre), resultado de 10 anos de pesquisa sobre o assunto.
Ele explica à BBC que o corpo funciona melhor quando nossos hábitos alimentares estão alinhados ao ritmo circadiano.
"Quase todas as células do nosso corpo têm seu próprio relógio circadiano, o nosso relógio de 24 horas. Isso significa que todos os hormônios, todas as substâncias químicas do cérebro, todas as enzimas e até mesmo todos os genes no genoma aumentam e diminuem em determinados momentos do dia", diz Panda.
"Quer dizer que, assim como há um momento ideal para dormir, há um momento ideal para comer, estudar, fazer atividade física. O que estamos descobrindo é que nosso corpo é voltado para digerir alimentos e absorver nutrientes apenas de oito a dez horas por dia - no máximo, 12 horas talvez."
"Fora deste período, o nosso relógio circadiano vira a chave, e o nosso corpo entra num modo diferente para recuperar, restaurar e rejuvenescer", acrescenta.

Fonte: G1-Globo

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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

É preciso ser algo mais do que o mercado pede



O mercado de hoje é altamente complexo, o planejamento que se fazia antes para o prazo de cinco anos, hoje é impraticável. Os objetivos podem e devem ser estabelecidos, mas o caminho para se chegar até eles, isto é algo que requer doses generosas de adaptabilidade e certamente envolverá uma dinâmica que exige muito mais que palavras complexas, gráficos, planilhas e números relevantes num planejamento estratégico.
A realidade de hoje no Brasil, e no mundo, envolve fusões e aquisições, alterações quase que diárias em importantes segmentos no âmbito global, impactando em algum sentido você, sua empresa, seus clientes, fornecedores, sua forma de comunicar e viver, produzindo praticamente um terremoto em planos de curto, médio e longo prazo.
No mercado atual, risco não é uma hipótese, mas uma realidade quase que diária e a empresa ou profissional que não está disposto a entender como se administrar riscos para assim assumi-los de forma consciente, inteligente, controlada e planejada, estará brevemente fora do mercado, deixando de correr riscos, mas abandonando também oportunidades.
Nesse modelo de mercado, se disfarçar atrás de e-mails bem escritos ou uma sala bem decorada com uma mesa imponente, nem de longe é entendido como sinônimo de eficiência. Todo esse cenário não garante sobrevivência profissional ou empresarial, seja qual for o segmento, localização ou volume de operações.
Embora risco seja algo que possa ser percebido e gerenciado também com base na experiência profissional, isso conduz a dependência exclusiva de pessoas e se limita ao tamanho do negócio, a garantia de um sistema eficiente recomenda que a segurança esteja no processo e não em indivíduos. Quando se tem um processo de gestão que se traduz em melhoria contínua, otimizando o uso de recursos e focando na consolidação de marca, isso representa uma base sustentável que diminui significativamente o nível de incerteza.
O profissional e a empresa preparados para os dias de hoje precisam gerenciar eventuais perdas financeiras e danos de imagem, avaliando diariamente quais são as incertezas em cada uma das etapas dos processos, quais as probabilidades de que pequenos objetivos cotidianos, muitas vezes diários, evitando que deixem de ser concluídos como foram planejados e são esperados, por meio de ações preventivas que possa mitigar ameaças, porque o incerto continuará existindo e faz parte da realidade do mercado também.
Cabe ressaltar que essa cultura de gerenciamento de riscos é algo que deve ser integrado, ou seja, se deve implantar em todo o sistema de gestão. Quando se desenvolve essa capacidade de monitorar de forma integrada, eventos positivos ou negativos, que influenciam os resultados, tomando ações concretas e efetivas de prevenção de perdas, isso se traduz em credibilidade. Contudo, saiba que não conseguirá evitar efeitos provocados por riscos maus geridos previamente, o gerenciamento olha para frente, dissemine essa cultura e caso isso não seja aceito, mude, pois se perder é algo certo para aqueles que não sabem sequer o caminho para aonde quer chegar.
Portanto, ir além do que o mercado pede, envolve mais que relevantes certificados na parede do escritório, mas dentre alguns fatores, a habilidade de compreender, monitorar, gerenciar e tomar ações em tempo, prazos e custos que o mercado exige para reduzir os impactos dos riscos existentes e inerentes, entregando assim um diferencial.
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terça-feira, 28 de agosto de 2018

É proibido comer carboidratos à noite?


Uma das principais dúvidas das pessoas e, principalmente dos praticantes de atividades físicas, é se comer carboidratos à noite engorda ou não. Fernanda Dassie, a “Financista Fitness” que foi gordinha no início da adolescência e que desde os 13 anos fez várias dietas, orientadas ou não, diz que o aumento dos índices relacionados ao excesso de peso e doenças decorrentes dele tem levantado muitas questões sobre alguns alimentos que são consumidos em excesso pelas pessoas diariamente. Porém, alguns assuntos como o consumo de carboidratos à noite às vezes é abordado de uma forma deturpada.
“É comum as pessoas tratarem o carboidrato como um vilão para a perda de peso e ‘jurarem de pés juntos’ que seu consumo na parte da noite faz com que elas engordem. Isto é um puro mito! Eu, por exemplo, consumo carboidratos após o treino da noite mesmo em períodos pré-contest (que antecedem a competição) e, pasmem: emagreço bastante”, afirma a morena formada em Administração, que tem MBA em Finanças pelo IBMEC e atualmente é Diretora Finceira na empresa LAB Madeiras e Ferragens.
A fisiculturista explica que os carboidratos são essenciais para a manutenção da saúde e geração de energia para o corpo, assim como para a construção de músculos e a promoção da sensação de bom humor e bem estar. “O que ajuda a emagrecer de fato é a redução de calorias na dieta diária e não o horário em que os alimentos são consumidos. Todo indivíduo possui uma quantidade de macronutrientes necessários diariamente, entre eles proteínas e carboidratos. Porém é preciso sim tomar cuidado com os produtos industrializados e ricos em açúcares. O ideal é se consumir carboidratos puros como batatas, aipim, arroz, entre outros”, orienta a digital influencer.
“A conta é simples! O consumo de calorias abaixo do necessário fará com que a pessoa perca peso e o consumo acima faz com que ela acumule gordura corporal e, consequentemente, ganhe mais peso. E como saber qual a sua necessidade diária de calorias, proteínas e carboidratos? Procure um nutricionista e ele calculará a sua proporção ideal de acordo com o tipo de organismo, idade, peso, altura, quantidade de atividades diárias e metabolismo”, indica Fernanda Dassie.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Os perigos de se automedicar


A automedicação é vista por muitas pessoas como uma solução rápida para aquela dor ou qualquer outro sintoma que as estão incomodando. Pode ser uma dor de cabeça, muscular, abdominal, e diversas outras perturbações como alergias, ansiedade, cansaço, dentre outros. Como já estão acostumadas a sempre tomar o mesmo remédio, então, quando pressentem o sintoma indesejado, vão até a farmácia e compram os medicamentos sem prescrição recente.
“O remédio que achamos que é o certo para nosso alívio pode até resolver no momento, mas também pode trazer uma série de outras complicações no futuro. Isso porque, se você não é um profissional da saúde, não conhece as especificidades de cada medicamento e as necessidades do organismo quando está com alguma dor ou doença” explica Dra. Patrícia Filgueiras dos Reis, que atende pelo Docway.
Para a especialista, quando fazemos uso frequente do mesmo medicamento, o organismo pode criar resistência ou dependência daquele determinado remédio. Além disso, nem sempre conhecemos a causa do sintoma. “Às vezes uma dor comum pode ser algo mais sério e precisar de um tratamento específico. Por isso a importância de consultar um médico antes de comprar qualquer medicamento”, comenta. É claro que devemos, se o soubermos tomar algumas medicações sintomáticas numa situação repentina. Por exemplo, se tivermos um pico febril ou uma dor de cabeça isolada, devemos tomar o analgésico/antitérmico que estamos habituados a usar nestes casos e observar a evolução do quadro. Se os sintomas persistirem, aí devemos buscar atendimento e avaliação médica adequada.
Outro problema são aqueles remédios que camuflam os sintomas, mas não curam a doença, como por exemplo, alguns fármacos usados para rinite E anti-inflamatórios em geral. Segundo o médico, é comum que as pessoas façam uso desses medicamentos achando que estão resolvendo o problema, quando na verdade ele pode estar piorando e tendo os seus sintomas atenuados.
E a lista de problemas quanto à automedicação não para por aí. Às vezes, um remédio pode cortar o efeito de outro. “Isso acontece com alguns tipos de antibióticos e anticoncepcionais. Varia de caso para caso, mas pode acontecer do primeiro medicamento inibir o efeito do segundo, que é de uso contínuo”, analisa.
Por isso, é imprescindível consultar um médico quando sentir qualquer dor ou perturbação recorrente ou persistente, e não fazer uso de remédios continuamente sem orientação. As consequências podem ser mais sérias do que imaginamos.

Fonte: Blog da Saude

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

TI ganha status na Saúde e passa a ser parte da estratégia de negócio

Até poucos anos atrás, o departamento de tecnologia da informação nas instituições de Saúde era acionado apenas quando havia pane nos sistemas, sendo visto como um mero centro de custos. Gustavo Pereira, líder de healthcare na everis Brasil, defende que apesar de ainda concentrar atividades de suporte ao usuário dentre sua oferta mais básica, a TI começa a migrar do trabalho puramente técnico para ser vista, finalmente, como parte da estratégia do negócio.
“Por ser um segmento crítico, o setor de Saúde precisa que o ambiente de tecnologia seja plenamente capaz de dar todo o suporte necessário para a qualidade no atendimento ao paciente, garantindo processos otimizados, seguros e confiáveis”, diz Pereira. Ao mesmo tempo, precisa de agilidade em situações que demandam ações mais rápidas, em busca de inovações que irão gerar oportunidades ou melhorias nos negócios. “Isso quer dizer que a TI precisa ser bimodal”, explica.
O executivo ressalta que essa necessidade de mudança de cultura se dá principalmente por conta da transformação digital, que faz com que a tecnologia seja vista como essencial para os negócios. No entanto, para gerar, de fato, valor à operação, os dois lados da TI bimodal precisam trabalhar de forma integrada. 
“As áreas devem estar alinhadas e se dedicar a uma infraestrutura robusta e de interoperabilidade dos sistemas”, afirma Pereira. Para ele, desde o software de gestão hospitalar até os equipamentos de imagem e diagnóstico devem ser preparados para adotar tecnologias como analytics e big data, sistemas cognitivos e IoT, que oferecem insights que contribuem para o aumento da segurança do paciente e melhoria da tomada de decisão dos médicos. Isso porque com essas ferramentas é possível capturar, cruzar e interpretar informações em tempo real.
Entre as vantagens de usar a tecnologia na Saúde está a agilidade nos processos. De acordo com Pereira, hospitais, clínicas e laboratórios conseguem manter contato com seus pacientes de forma mais fácil, rápida e, principalmente, econômica. O executivo ressalta que é necessário repensar o modelo produtivo de TI no setor de Saúde. “A TI não só melhora a eficiência da área da Saúde, mas também ajuda no controle e a fluidez da informação”, diz. Segundo ele, a habilidade de saber usar esses avanços tecnológicos para melhorar o atendimento aos pacientes é um diferencial que traz retornos positivos. “É possível, por exemplo, investir em todo o fluxo preventivo, além de agilizar o diagnóstico e o tratamento”, finaliza.
Fonte: Everis
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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Correr controla o colesterol e reduz taxa de mortalidade prematura

Não é impressão: realmente as ruas estão cada vez mais movimentadas com o aumento no número de corredores pelo Brasil. Não existe um dado ou estudo que explique o motivo desse crescimento, mas o fato é que correr tem feito parte da rotina de muitos brasileiros e essa simples mudança de hábito pode mudar uma vida inteira. Seja pela popularização do esporte ou por razões muito particulares, a dica é: não perca mais tempo, corra!
Segundo artigo científico “Running as a Key Lifestyle Medicine for Longevity*”, os corredores têm um risco reduzido em torno de 25% a 40% de mortalidade prematura e vivem cerca de três anos mais do que aqueles que não correm. Além de ajudar na perda de peso e em inúmeros outros benefícios para a saúde, a corrida garante redução da pressão arterial e do colesterol ruim. “A corrida é uma das estratégias mais eficazes em saúde coletiva para aumentar a longevidade da população, assim como o controle de doenças crônicas e cessação do tabagismo”, explica o infectologista e diretor médico do Hilab, Bernardo Almeida.
O colesterol é um tipo de gordura encontrada naturalmente no organismo, muito importante para o funcionamento do corpo, uma vez que ele circula pelo sangue, e é o responsável por produzir hormônios. Mas, vale ressaltar que o colesterol pode ser um grande inimigo quando seus níveis no sangue aumentam, podendo acumular nas artérias e coronárias, formando plaquetas que dificultam a passagem do sangue para órgãos essenciais como o cérebro e o coração.
Não é novidade que as doenças cardíacas estão entre as principais causas de morte no mundo, mas as pessoas esquecem que muitas delas poderiam ser evitadas. “Boa parte dessas doenças se relacionam ao sedentarismo, tabagismo, obesidade e a falta de controle de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, por isso, a importância de uma alimentação saudável e praticar atividades físicas leves a moderadas”, alerta Almeida.
Segundo o infectologista, a prevenção ainda é o melhor caminho e as pessoas precisam parar de ir ao médico somente quando sentem dores ou sintomas que não consideram normais. “Muitos estudos comprovam os benefícios das atividades físicas, mas é importante estar em dia com outras doenças preveníveis e que necessitam de rastreamento periódico”, recomenda.
* LeeD, et al. Running as a Key LifestyleMedicine for Longevity. Prog CardiovascDis (2017)

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