Pular para o conteúdo principal

1/3 dos Bebês Americanos são Obesos

Crianças americanas estão ficando obesas cada vez mais jovens. Segundo a pesquisa realizada nos Estados Unidos, um terço dos bebês com nove meses de idade estão acima do peso ou próximos a isto.

Os pesquisadores examinaram dados de 16.400 crianças que nasceram no ano de 2001 e descobriram que 17% dos bebês com nove meses eram obesos ao passo que 15% estavam com risco de obesidade. Com dois anos de idade 21% das crianças eram obesas e 14% estavam com alto risco de se tornarem também.

Segundo a Dr.ª Wendy Slusser, diretora médica do programa de peso da criança no Mattel Children's Hospital da Universidade da Califórnia, uma pequena mudança na alimentação já ajuda muito. Ela explica que você pode fazer seu filho comer uma fruta ao invés de dar a ele um suco, são menos 150 calorias por dia e isto fará uma grande diferença no longo prazo.

Uma vez que a pesquisa foi realizada há apenas dez anos ainda não se sabe se o excesso de peso do bebê irá afetar a saúde na fase a adulta. No entanto parece que existe uma tendência para crianças cada vez mais pesadas no futuro, diz o autor principal do estudo, Brian G. Moss. Os motivos desta obesidade não foram analisados neste estudo, mas Moss diz que isto pode ter relação com o fato das crianças estarem ingressando muito cedo nas creches ou mesmo estarem sendo alimentadas com sólidos antes do tempo recomendado.

Mas qual seria a solução para os bebês que estão ficando obesos?

Segundo Wendy Slusser você realmente precisa refletir sobre os hábitos dos seus filhos. Por exemplo, certifique-se que ele tem refeições regulares, snacks saudáveis e uma boa noite de sono. Além disso é importante escolher uma creche que ofereça alimentos saudáveis e que tenha espaço e atividades para estimulares que as crianças se movimentem bastante.

Slusser alerta que o leite materno deve ser a única fonte de alimento nos primeiros seis meses de vida das crianças.

Fonte: HealthDay

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mitos e verdades sobre a friagem e o golpe de ar

Leva o casaco! O inverno está chegando, e com ele alergias, gripes e outras doenças respiratórias. Essa estação do ano também trás a famigerada friagem, e as mães e avós ficam em polvorosa recomendando casaquinhos e agasalhos. Mas será que o tal golpe de ar, que ocorre quando saímos de um banho quente, quando abrimos a geladeira, quando bate um vento, e em vários outros momentos, realmente faz mal para saúde? É inegável que muitas pessoas associam friagem e golpes de ar à maior incidência de gripes. Afinal, no inverno, gripes e resfriados são sim mais comuns.  Diversos estudos já foram feitos, desde 1950, para avaliar essa correlação e nenhum desses jamais comprovou essa teoria. Eles indicam que a friagem e golpes de ar não têm influência sobre o desenvolvimento de tais doenças, que isso é uma crendice. Na verdade, gripes, resfriados e infecções respiratórias são doenças infecciosas, provocadas por micróbios que se alojam no aparelho respiratório e causam tosses, espirros, cor

Malformações Vasculares do Cérebro

1. Introdução As malformações vasculares cerebrais são anomalias na formação dos vasos sanguíneos do cérebro e que podem levar a acidentes vasculares ou epilepsia.  2. Classificação em tipos Os diversos tipos de malformações vasculares cerebrais apresentam diferentes quadros clinicos, ou seja, sintomas e sinais de sua existência, assim como características típicas em exames de imagens, como ressonância magnética cerebral. Devem, portanto, ser analisadas separadamente. A classificação mais usada na literature médica divide as malformações vasculares cerebrais em quatro tipos: • Malformações artério-venosas ou mais conhecidas como MAV. • As malformações cavernosas cerebrais ou cavernomas (ou, também chamados angiomas cavernosos). • As malformações venosas (ou angiomas venosos). • As telangiectasias. 2.1. Malformações artériovenosas cerebrais (MAVs) Embora não seja o tipo mais comum de malformação vascular do cérebro, pode manifestar-se em pacientes jovens, sendo causa

Estados Unidos questionam o pânico da H1N1

Com toda a movimentação da mídia, dos governos, previsões catastróficas e vacinas compradas às pressas, os americanos e outras nações começam a questionar se todo o movimento mundial em volta da Gripe H1N1 não traria mais malefícios para a sociedade do que a própria epidemia. Notícias como "A Gripe Suína já matou 600 pessoas nos EUA e já corresponde a 97% das novas infecções" assustam qualquer um, mas tomam nova perspectiva quando vemos que 36.000 pessoas morrem anualmente para a "gripe comum" (gripe sazonal). Medidas bem intencionadas podem ser exageradas às vezes, como um excesso de escolas fechadas, e tendem a espalhar o pânico na sociedade, alimentando um medo que não corresponde à gravidade da situação. Não que devamos abstrair dos cuidados, mas é melhor para todos quando damos o devido peso às situações. Os estadunidenses já passaram por várias situações de pânico da população que no final não se converteram em tragédias, como o medo do antraz, do bug do