Pular para o conteúdo principal

92% dos Médicos Reclamam dos Planos de Saúde

Em uma pesquisa divulgada pela Datafolha recentemente foi divulgado que 92% dos médicos reclamam que os planos de saúde interferem em sua autonomia profissional. Veja abaixo alguns dados levantados pelo estudo encomendado pela Associação Paulista de Medicina (APM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB).

· 78% dos especialistas afirmaram que a principal intromissão dos convênios ocorre por conta da recusa de pagamento de procedimentos ou medidas terapêuticas.

· 75% dos profissionais reclamam sobre restrições em relação ao número de exames ou procedimentos.

· 70% dos médicos citaram as restrições a doenças pré-existentes.

· 55% apontaram problemas com o tempo de internação de pacientes.

· 49% citaram a prescrição de medicamentos de alto custo.

· 48% relataram restrições em relação ao período de internação pré-operatório.

Segundo José Luiz Gomes do Amaral, presidente da Associação Médica Brasileira, se não houver independência no exercício da profissão não há como oferecer bons resultados aos pacientes.

Jorge Curi, presidente da Associação Paulista de Medicina, acredita que atitudes precisam ser tomadas para que a saúde do paciente não seja comprometida. Ele cita a possibilidade de um descredenciamento em massa e o favorecimento de mercados paralelos, em que médicos cobram por fora um valor para a consulta.

Como previamente divulgado em nosso blog, mais uma vez é reforçado o fato de que médicos precisam de mais independência para impulsionar e desenvolver a própria carreira. Uma das soluções para sanar esse problema seria criar uma vitrine para que o profissional pudesse divulgar dados de seu trabalho e os serviços que oferece. O Help Saúde é um dos poucos portais que já oferece um diferencial: o tráfego de pacientes. Em menos de dois anos de existência, ele disponibiliza para os médicos, gratuitamente, um tráfego de um milhão de usuários por mês.

Leia também: Mais Autonomia para o Trabalho dos Médicos Brasileiros

Fonte: Veja

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mitos e verdades sobre a friagem e o golpe de ar

Leva o casaco! O inverno está chegando, e com ele alergias, gripes e outras doenças respiratórias. Essa estação do ano também trás a famigerada friagem, e as mães e avós ficam em polvorosa recomendando casaquinhos e agasalhos. Mas será que o tal golpe de ar, que ocorre quando saímos de um banho quente, quando abrimos a geladeira, quando bate um vento, e em vários outros momentos, realmente faz mal para saúde? É inegável que muitas pessoas associam friagem e golpes de ar à maior incidência de gripes. Afinal, no inverno, gripes e resfriados são sim mais comuns.  Diversos estudos já foram feitos, desde 1950, para avaliar essa correlação e nenhum desses jamais comprovou essa teoria. Eles indicam que a friagem e golpes de ar não têm influência sobre o desenvolvimento de tais doenças, que isso é uma crendice. Na verdade, gripes, resfriados e infecções respiratórias são doenças infecciosas, provocadas por micróbios que se alojam no aparelho respiratório e causam tosses, espirros, cor

Os Perigos escondidos nos Alimentos: Peixe-espada

Sabiam que pode ser perigoso consumir certos peixes? Médicos alertam sobre os danos que podem ser causados por metais pesados, presentes em grandes quantidades em alguns peixes.  O alerta serve especialmente para mulheres que estão grávidas ou planejando ficar. O Dr. Philip Landrigan, pediatra da escola de medicina de Mount Sinai, diz que nesse período, evitar peixes com muito mercúrio é uma prioridade. O peixe-espada contém níveis elevados de mercúrio, um metal que pode danificar fetos em desenvolvimento e até causar ataques cardíacos em adultos. No entanto, sabemos da importância de se comer peixes regularmente, para se obter a dose diária de omega-3, um ácido graxo que diminui a quantidade de colesterol ruim no sangue (LDL) e aumenta a do colesterol bom (HDL).  A solução? Comam peixes que não contêm grandes quantidades dessas substâncias nocivas, como o salmão, atum e truta e façam rotineiramente um check-up preventivo . Equipe HelpSaúde Fonte: Rodale DISCLAIMER:

Estados Unidos questionam o pânico da H1N1

Com toda a movimentação da mídia, dos governos, previsões catastróficas e vacinas compradas às pressas, os americanos e outras nações começam a questionar se todo o movimento mundial em volta da Gripe H1N1 não traria mais malefícios para a sociedade do que a própria epidemia. Notícias como "A Gripe Suína já matou 600 pessoas nos EUA e já corresponde a 97% das novas infecções" assustam qualquer um, mas tomam nova perspectiva quando vemos que 36.000 pessoas morrem anualmente para a "gripe comum" (gripe sazonal). Medidas bem intencionadas podem ser exageradas às vezes, como um excesso de escolas fechadas, e tendem a espalhar o pânico na sociedade, alimentando um medo que não corresponde à gravidade da situação. Não que devamos abstrair dos cuidados, mas é melhor para todos quando damos o devido peso às situações. Os estadunidenses já passaram por várias situações de pânico da população que no final não se converteram em tragédias, como o medo do antraz, do bug do