Pular para o conteúdo principal

O que é Alienação Parental?

O termo Alienação Parental foi proposto em 1985 por Richard Gardner. Ele foi usado quando um dos pais tentam romper os laços afetivos dos filhos com o outro cônjuge, provocando sentimentos fortes de ansiedade e temor nos filhos.

Ao se dar uma ruptura conjugal em que um dos parceiros não consegue lidar com a perda, não vivenciando de forma saudável o seu luto, a situação desencadeia um processo de desmoralização e de descrédito .Os filhos são usados como arma para atingir o outro neste processo de vingança. As chantagens emocionais sempre que possível restringem o contato com o cônjuge .

Com isso ocorrem casos de crianças com problemas psicológicos diversos ou muitas vezes levando-as a copiar o modelo materno ou paterno inadequados.

O genitor alienante tenta de todas as formas excluir o pai (ou mãe) da vida dos filhos, e muitas vezes até os tios e avós .

Felizmente a “ Lei da Alienação Parental ”nº 12.318 de 26/08/2010, vem assegurar à criança ou adolescente uma convivência pacífica entre pais e filhos preservando a sua integridade física e psicológica. Permite uma relação saudável entre os pais, não admitindo que a prole seja usada para manipular o parceiro. Tendo sido detectado um possível caso de Alienação Parental, o juiz poderá pedir avaliação de equipe multidisciplinar na área de saúde mental e na assistência social. Em sendo comprovado a Alienação Parental a justiça proporá medidas que protejam a criança ou o adolescente do genitor alienado em detrimento do genitor alienador.

Fonte: Hewdy Lobo Ribeiro. CRM: SP 114681

Psiquiatra cadastrado no Help Saúde.

Temas relacionados no Help Saúde: Psiquiatria

Quer fazer parte do nosso blog? Envie um artigo para artigos@helpsaude.com

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mitos e verdades sobre a friagem e o golpe de ar

Leva o casaco! O inverno está chegando, e com ele alergias, gripes e outras doenças respiratórias. Essa estação do ano também trás a famigerada friagem, e as mães e avós ficam em polvorosa recomendando casaquinhos e agasalhos. Mas será que o tal golpe de ar, que ocorre quando saímos de um banho quente, quando abrimos a geladeira, quando bate um vento, e em vários outros momentos, realmente faz mal para saúde? É inegável que muitas pessoas associam friagem e golpes de ar à maior incidência de gripes. Afinal, no inverno, gripes e resfriados são sim mais comuns.  Diversos estudos já foram feitos, desde 1950, para avaliar essa correlação e nenhum desses jamais comprovou essa teoria. Eles indicam que a friagem e golpes de ar não têm influência sobre o desenvolvimento de tais doenças, que isso é uma crendice. Na verdade, gripes, resfriados e infecções respiratórias são doenças infecciosas, provocadas por micróbios que se alojam no aparelho respiratório e causam tosses, espirros, cor

Os Perigos escondidos nos Alimentos: Peixe-espada

Sabiam que pode ser perigoso consumir certos peixes? Médicos alertam sobre os danos que podem ser causados por metais pesados, presentes em grandes quantidades em alguns peixes.  O alerta serve especialmente para mulheres que estão grávidas ou planejando ficar. O Dr. Philip Landrigan, pediatra da escola de medicina de Mount Sinai, diz que nesse período, evitar peixes com muito mercúrio é uma prioridade. O peixe-espada contém níveis elevados de mercúrio, um metal que pode danificar fetos em desenvolvimento e até causar ataques cardíacos em adultos. No entanto, sabemos da importância de se comer peixes regularmente, para se obter a dose diária de omega-3, um ácido graxo que diminui a quantidade de colesterol ruim no sangue (LDL) e aumenta a do colesterol bom (HDL).  A solução? Comam peixes que não contêm grandes quantidades dessas substâncias nocivas, como o salmão, atum e truta e façam rotineiramente um check-up preventivo . Equipe HelpSaúde Fonte: Rodale DISCLAIMER:

Estados Unidos questionam o pânico da H1N1

Com toda a movimentação da mídia, dos governos, previsões catastróficas e vacinas compradas às pressas, os americanos e outras nações começam a questionar se todo o movimento mundial em volta da Gripe H1N1 não traria mais malefícios para a sociedade do que a própria epidemia. Notícias como "A Gripe Suína já matou 600 pessoas nos EUA e já corresponde a 97% das novas infecções" assustam qualquer um, mas tomam nova perspectiva quando vemos que 36.000 pessoas morrem anualmente para a "gripe comum" (gripe sazonal). Medidas bem intencionadas podem ser exageradas às vezes, como um excesso de escolas fechadas, e tendem a espalhar o pânico na sociedade, alimentando um medo que não corresponde à gravidade da situação. Não que devamos abstrair dos cuidados, mas é melhor para todos quando damos o devido peso às situações. Os estadunidenses já passaram por várias situações de pânico da população que no final não se converteram em tragédias, como o medo do antraz, do bug do