segunda-feira, 18 de julho de 2011

Guia Help Saúde > Infantojuvenil > Guia do bebê - Dicas para Amamentação


Chegou gente em nova em casa! Os primeiros dias do bebê é um momento de muita alegria, mas também muito delicado para a maioria dos pais. É uma fase de adaptação, tanto para a família quanto para o bebê que acabou de chegar ao mundo.

As principais dúvidas das mães são em relação à alimentação. Até que mês amamentar? Posso oferecer outros alimentos além do leite materno? Quais são as principais vantagens do aleitamento? Entre tantas outras, por isso o blog do Help Saúde preparou o Guia do Bebê com algumas dicas e sempre lembrando que visitas ao pediatra são importantíssimas.

Todos sabem da importância do aleitamento materno, o ideal é que a criança tenha uma dieta exclusiva com o leite materno até os 6 meses de idade. Ele reduz o risco de infecções, alergias, problemas de fala, oclusão dentária, cáries, otite, obesidade e doenças cardiovasculares. A partir do sexto mês é indicada a introdução de outros alimentos na dieta do bebê, como papinhas de legumes, frutas e carnes.

As principais vantagens do aleitamento para mãe e para o bebê:

- Atende ao instinto de sucção do bebê, que é mais forte na primeira hora pós-parto.

- Agiliza a ingestão do colostro, substância presente no leite materno e que constituí a primeira forma de imunização.

- Estimula o corpo da mãe a produzir mais leite, que será importante para o bebê nas semanas seguintes.

- Reduz a hemorragia pós-parto.

O bebê mama muito e a qualquer distante no primeiro mês, mesmo durante a noite, e esse comportamento não significa que o leite seja fraco: sempre tem os nutrientes necessários. É importante também que o bebê esvazie a mama, pois o leite do final da mamada possui mais gordura, gerando mais saciedade e ganho de peso.

O Guia Help Saúde indica para as mamães que no momento da amamentação elas escolham um lugar tranqüilo e usem roupas confortáveis, para que o momento seja ainda mais especial.

Nos primeiros dias o bebê pode parecer relutante em mamar. Às vezes, ele e a mãe ainda precisam de um tempo para “aprender” como interagir um com o outro.

As principais dificuldades são:

- Posição desconfortável para o bebê: nada de empurrar sua cabeça por trás em direção à mama, pois o obriga a esticar-se ou virar o pescoço para manter o peito da mãe na boca, dificultando assim a respiração.

- Muita manipulação por estranhos.

- Bicos artificiais ou chupetas que confundem o bebê no momento de sucção.
- O bebê está com dores.

- Abertura da boca insuficiente

- Mamilos planos, devido a mamas ingurgitadas (cheias de mais)

- Mamilos invertidos, impedindo o bebê de pegar a aréola da mama com a boca.

- Fluxo excessivo de leite

- Sono ou ausência de fome

- Fraqueza por baixo peso.

Para reduzir esses problemas siga as orientações do Guia Help Saúde:

- Segure calmamente o seu bebê próximo ao peito e coloque-o sentado de lado, mantendo a cabeça apoiada na sua mão, para controlar movimentos sem fazer pressão; não flexione a cabeça dele, para não empurrar o nariz contra o peito.

- Retire um pouco de leite, espalhe no mamilo e provoque o bebê com o mamilo até que ele abra bem a boca, antes de pegar a auréola.

- Não use bicos artificiais ou chupetas; se necessário, ofereça leite materno no copinho, até que o bebê mame no peito; não dê mamadeiras de água ou leite artificial.

- Levante o seio e aponte o mamilo para o céu da boca, ajudando assim o bebê a iniciar o reflexo de sucção.

- Não insista além de alguns minutos: se ele não mamar, tente novamente mais tarde.

- Não pressione pontos doloridos.

-Não limite as mamadas, para que as mamas não fiquem cheias demais; se o fluxo inicial for excessivo, use só um seio por mama (até o fluxo se normalizar) e esvazie o outro.

Quando for impossível o aleitamento materno, o pediatra deve decidir como substituí-lo. Hoje em dia, existem leites com fórmulas desenvolvidas para cada fase do bebê que podem a ser tão bons e completos como o leite materno.

Procure por um pediatra em qualquer lugar do Brasil no Help Saúde.


Fonte: Editoria Help Saúde.

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