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Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher


A elaboração de um dia em prol da saúde feminina, ocorreu na Holanda no ano 1984. Na ocasião, a preocupação era em relação ao alto nível de mortes maternas em todo mundo. Após 3 anos, durante um novo encontra na Costa Rica, ficou decidido que a cada 28 de maio, um tema especial em relação a saúde da mulher deveria ser colocado em pauta. A reunião também decidiu que era necessária uma maior atenção a saúde feminina. Embora as mulheres sejam mais precavidas quando o assunto é saúde, toda mobilização ficava por conta dos homens. O Governo Brasileiro aprovou a ideia, e anunciou em 1988 o dia 28 de maio como o Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher.

As estatísticas mostram que as mulheres vivem mais que os homens. Elas fazem mais consultas e exames preventivos e são, por natureza, mas cuidadosas que seus companheiros. Na maioria das vezes, elas que levam os filhos ao pediatra, e que reparam se há algo de errado com alguém da casa. Toda essa preocupação feminina em relação aos outros merecia uma data na qual elas fossem o centro das atenções. O Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher é focado em problemas e doenças femininas, como o nível de mortalidade materna, câncer de mama, gravidez na adolescência, aborto e acesso a qualidade nos serviços de saúde.

O dia é de denúncias, proposições, cobranças e sensibilização. Diversos grupos femininos voltados para a área de saúde fazem campanha e erguem suas bandeiras em prol de um progresso das mulheres em relação à saúde. Após cada ano, são coletados dados para a apuração e verificação dos sucessos das ações. Campanhas educacionais e informativas em escolas, debates em universidades, cobranças ao governo, tudo isso faz parte do trabalho que mobiliza o Dia Internacional da Luta pela Saúde das Mulheres. Dependendo do resultado de cada ação, ela é usada outra vez, só que com outro tema no ano seguinte.


Fonte: Editoria HelpSaúde.

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Comentários

  1. Chegou a hora dos médicos manifestarem sua revolta contra a Medida Provisória 568/2012, que interfere na remuneração dos médicos servidores públicos federais. Uma audiência pública, marcada para a próxima terça-feira (5), vai debater o tema na Câmara dos Deputados. Para mobilizar os parlamentares, médicos devem lotar o plenário, em um momento de luta e de união para reivindicarem a retirada dos profissionais da medida.
    http://portal.fenam2.org.br/portal/showData/399242

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